Fusão entre T-Mobile e Sprint ganha sinal verde nos EUA


As operadoras T-Mobile e Sprint poderão, finalmente, prosseguir com o processo de fusão. O negócio, firmado há dois anos, prevê movimentar US$ 26 bilhões e formar a terceira maior operadora móvel do país. Faltava, no entanto, a liberação definitiva da Justiça, que julgava ação movida por procuradores estaduais contrários ao negócio sob o argumento de danos à competição.

O juiz do caso decidiu, ontem, que a capacidade de uma união entre a terceira e quarta operadoras do país prejudicar a competição seria muito baixa. O juiz elogiou a T-Mobile e disse que a fusão daria condições à empresa seguir com sua estratégia de negócios, enquanto permitiria à Sprint sobreviver como uma operadora nacional, o que não seria possível sem a fusão.

O negócio deverá ser fechado até 1º de abril, conforme comunicado das companhias. As empresas já tiveram o aval dos órgãos federais reguladores do mercado – o Departamento de Justiça e a Federal Communications Commission. Falta apenas uma autoridade estadual, da Califórnia. Além disso, os procuradores que moviam a ação afirmaram que pretendem apelar e levar o caso a instâncias superiores.

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