Firjan quer controle de preço na banda larga empresarial


A Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan) entregou ontem à Anatel documento com a reivindicação do setor empresarial para a qualidade da banda larga fixa, em resposta à consulta pública do regulamento de qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Entre as propostas, a entidade pede que a Anatel controle o preço da banda larga ofertada às empresas, fazendo com que os valores sejam no máximo 20% mais caros aos da banda larga residencial. Além disso, a Firjan pede que a agência estabeleça padrões de qualidade mais rigorosos tanto para os enlaces não dedicados como para os dedicados.

Para os enlaces não dedicados, a entidade quer que a instalação de novos acessos se dê em três dias úteis, em 95% dos casos, e em até 10 dias, em 100% dos pedidos. As interrupções na rede não podem também passar de 3,5 horas por mês. O tempo de reparo da linha também não pode ser superior a 12 horas; e deve ocorrer em até 4 horas em 97,5% dos casos. Se o conserto não for feito neste prazo, as empresas querem que as operadoras façam o ressarcimento, abatendo da conta até 20% do preço nas primeiras 24 horas de atraso e mais 15% a cada hora sem o serviço.

Para os enlaces dedicados, a Firjan pede que as operadoras instalem a banda larga em até 30 dias em qualquer situação, mesmo onde não haja o serviço, e em 15 dias onde a rede estiver disponível. O reparo para esses enlaces dedicados não deve passar de 4  horas em 97,5% dos casos e em 24 horas em qualquer situação. A empresas cariocas pedem ainda que interrupção não seja superior a 45 minutos por mês.  ( Da redação).

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