Falta de conectividade afeta expansão do governo eletrônico



A vice-presidente de tecnologia da Caixa Econômica Federal, Clarice Coppetti, fez ontem um desafio para a indústria de tecnologia de informação e de telecomunicações, durante o Futurecom. Segundo a executiva, as empresas precisam se adaptar às demandas dos brasileiros que estão ingressando no mercado de consumo e precisam se estruturar para atender as grandes corporações governamentais. “O governo está fazendo a sua parte. A Caixa está cada vez mais se interiorizando, mas em muitos lugares não consegue conectividade”, alertou ela.

Além de resolver os problemas de conectividade, as empresas devem também ser mais ágeis no atendimento às demandas do governo, que quer criar serviço destinados ao cidadão mas, muitas vezes, não encontra a resposta no setor privado no momento adequado.

O conselheiro da Anatel, João Rezende, por sua vez, alertou que o governo precisa levar para a sua atividade fim – que é o atendimento ao cidadão no que se refere às questões vinculadas à saúde, educação e segurança pública – a mesma eficiência tecnológica que implementou para as funções intermediárias, como a informatização dos sistemas de arrecadação tributária, do imposto de renda, do Detran. “Precisamos, agora, levar o governo digital para o cidadão”, concluiu. 

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