Facebook apresenta aos investidores, esta semana, as condições de seu IPO


Os executivos do Facebook começam esta semana o périplo para apresentar aos grandes investidores de Wall Street as condições e méritos de sua esperada estréia na Nasdaq, na que poderá ser a maior oferta pública de uma empresa de internet, desde a estreia do Google em 2004. A intenção da maior empresa de rede social, …

Os executivos do Facebook começam esta semana o périplo para apresentar aos grandes investidores de Wall Street as condições e méritos de sua esperada estréia na Nasdaq, na que poderá ser a maior oferta pública de uma empresa de internet, desde a estreia do Google em 2004. A intenção da maior empresa de rede social, de acordo com documento registrado na Securities and Exchange Comission (SEC), comissão reguladora do mercado de capitais dos EUA, é colocar à venda 337,4 milhões de ações, com o objetivo de arrecadar US$ 13,6 bilhões de dólares, volume muito superior aos US$ 5 bilhões previsto no plano original de lançamento.

As reuniões para a apresentação da oferta pública, com o preço das ações entre US$ 28 e US$ 35 por ação, começam por Nova York, mas devem ocorrer encontros também em Boston e São Francisco. De acordo com analistas do mercado financeiro, se o calendário for cumprido, o Facebook já poderá começar a captação no início da semana que vem, desde que receba o sinal verde da SEC para a operação. Mas há dúvidas entre os analistas em relação à variação do valor das ações, pois a margem de US$ 7 é considerada muito larga frente às últimas ofertas iniciais de ações feitas por empresas de internet, mas em linha com o que fez o Google, em seu primeiro lançamento, há oito anos.

 
Criado há oito anos em um dormitório da Universidade de Harvard para conectar estudantes, o Facebook é hoje a segunda maior companhia da internet com 901 milhões de usuários. Sua receita, no primeiro trimestre deste ano, de US$ 1, 058 bilhão, foi 45% superior a igual período do ano anterior. Mas o aumento dos custos operacionais e dos investimentos provocou uma redução do lucro em 12%, para US$ 205 milhões. O fraco desempenho também foi provocado pela queda, em relação ao trimestre anterior, na receita com a venda de publicidade, principal fonte de recursos da rede social. A empresa alegou que o resultado era esperado, já que na temporada de férias aumenta a procura por anúncios na plataforma. A receita média por usuário foi de US$ 1,21 durante o primeiro trimestre, crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. (Da Redação, com noticiário internacional).


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