“Existe vida depois do governo”, afirma ministro.


Ministro acha natural e necessário  uma ampla renovação no governo no segundo mandato da presidente Dilma Roussef. “A presidente precisa fazer mudanças, e já que eu defendo a renovação, não faria sentido  me excluir desta regra”, afirmou o ministro das Comunicações Paulo Bernardo.

Segundo o ministro, embora ele tenha também entregue a carta de demissão, a pedido do ministro Aloysio Mercadante, entende que seria uma medida dispensável, já que o cargo pertence à Presidência da República. “Mandei a carta de demissão, mas acho dispensável”, completou.

Perguntado sobre a hipótese de sair no MiniCom, mas continuar a dirigir outra pasta miniesterial, Bernardo também considera esta possibilidade distante. E afirmou: “Existe vida depois do governo. Sou ministro há 10 anos. Se defendo a renovação, também estou na linha de tiro.

Ministério do PT

Bernardo acha ainda que o critério para a indicação do ministro das Comunicações não deve ser o partidário. “O critério não deve ser o PT. Deve ser alguém que entenda as necessidades do setor e as metas que a presidente estabeleceu”, afirmou.

 

 

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