Estados americanos movem ação contra acordo entre T-Mobile e Sprint


O processo alega que a fusão custaria aos assinantes das operadoras mais de US$ 4,5 bilhões a cada ano em reajustes de tarifas e permitiria que concorrentes como Verizon e AT&T também aumentassem o preço de seus serviços

Representantes de nove estados americanos e o Distrito de Colúmbia entraram com uma ação para impedir a fusão entre a T-Mobile, que pertence a Deutsche Telekom, e a Sprint. Eles argumentam que o acordo causaria “danos imediatos e permanentes à concorrência e aos consumidores”. Além disso, prejudicaria de forma desproporcional os clientes de baixa renda que dependem de serviços pré-pagos baratos.

O processo judicial cita documentos internos da Deutche Telekom ao afirmar que a consolidação entre as operadoras “reduziria a concorrência e acarretaria benefícios aos operadores de rede”. O documento também enfatiza as possíveis barreiras que novos competidores teriam de enfrentar com operadoras já estabelecidas: “como a maioria dos assinantes demandam cobertura nacional, nenhum novo entrante pode ser considerado um sério competidor, a menos que ofereça serviço nacional”, argumentam.

Para ter a fusão aprovada pelas agěncias de telecomunicações e de defesa da concorrência norte-americanas, as operadoras sugeriram vender a empresa de pré-pago do celular, o que gerou a reação dos governadores. ( com agências internacionais)

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