Ericsson: universalização da banda larga será pelo acesso móvel.


Para a nova presidente da Ericsson Brasil, Fatima Raimondi, a banda larga na telefonia móvel no Brasil será muito diferente do que ocorreu na Europa, pela diferença das aplicações. “Enquanto na Europa existe uma grande rede de banda larga fixa, no Brasil há carência dessa infra-estrutura e a banda larga móvel será uma oportunidade, economicamente …

Para a nova presidente da Ericsson Brasil, Fatima Raimondi, a banda larga na telefonia móvel no Brasil será muito diferente do que ocorreu na Europa, pela diferença das aplicações. “Enquanto na Europa existe uma grande rede de banda larga fixa, no Brasil há carência dessa infra-estrutura e a banda larga móvel será uma oportunidade, economicamente mais viável, para a universalização do serviço”, comentou a executiva.

Raimondi aposta, principalmente, no sucesso das aplicações sociais, por meio do acesso móvel, nas áreas de saúde, educação e segurança, para cobrir áreas remotas no país e locais onde ainda não existe infra-estrutura fixa de banda larga. “É uma oportunidade excelente para o Brasil fazer a oferta de serviços nas regiões remotas”, enfatizou.

Embora no Brasil a Ericsson não tenha participado diretamente de nenhum projeto de cidade digital, na África liderou o projeto Millenium Villages, que tem por objetivo levar banda larga fixa e móvel para cerca de 400 mil pessoas, em dez países do continente. De acordo com a executiva, a iniciativa permite levar acesso a internet para escolas e serviços de emergência, além de estimular negócios e o  desenvolvimento agrícola nos países selecionados.
 

Anterior Nova presidente da Ericsson quer uma empresa mais competitiva
Próximos Ex-conselheiros do Cade estudam separação empresarial para a Anatel