Ericsson e Minicom montam laboratório em internet das coisas


A Ericsson e o Ministério das Comunicações (Minicom) se juntaram para criar um laboratório de criação de tecnologias que usam a internet das coisas. O laboratório deve se chamar algo como Laboratório da Sociedade em Conectada (Networked Society Lab) e ficará em Indaiatuba, em São Paulo. Também terá como missão medir o impacto positivo do uso da IoT em projetos de gestão da água, agricultura, preservação florestal, prevenção de desastres e monitoramento.

Segundo Maximiliano Martinhão, secretário de telecomunicações do ministério, a iniciativa já é fruto da declaração conjunta feita por Brasil e União Europeia no começo do ano. A inauguração do laboratório acontece já nesta semana, em 29 de abril. O projeto é parte do Ericsson Inovation Center, programa de estímulo a universidades locais, que emprega 460 pesquisadores e gerou 80 patentes.

Balanço
A Ericsson apresentou na semana passada o balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2016. A companhia registrou queda  de 2% na receita, motivada por vendas mais baixas na Europa e desaquecimento das economias de países emergentes. A receita no período foi de US$ 6,4 bilhões. A divisão de redes encolheu 2%, enquanto a de serviços globais, 4%. O lucro líquido no trimestre foi de 2,1 bilhões de coroas suecas, equivalente a US$ 258 milhões.

O resultado acendeu um alerta da companhia, que passa por uma reestruturação para cortar 9 bilhões de coras suecas em gastos até 2017. A promessa é ir além, ampliando as economias. O programa atingiu em cheio a diretoria global, que passará por mudanças.

A empresa passará a ser dividida em cinco unidades de negócio, em vez das três que a compõem atualmente. Hans Vestberg se mantém como CEO. Outros oito executivos assumem posições de comando no chamado “time de liderança” da companhia, espécie de conselho diretor, que será formado por 16 executivos – antes eram 13. As mudanças passam a valer em 1° de julho.

 

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