Entidade internacional pede proteção ao espectro da radiodifusão


A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) aprovou resolução solicitando às autoridades dos países das três Américas a preservação do espectro destinado à radiodifusão e o empenho para atribuir novas faixas necessárias à ampliação e ao desenvolvimento dos serviços de radiodifusão. Para a entidade, é fundamental que os países se manifestem contrariamente às alterações na atual atribuição da faixa de 470 a 698 MHz.

Segundo o presidente da AIR, Alexandre Jobim, o poder público dos diversos países tem atribuído inúmeras faixas de frequências aos serviços de telecomunicações, prejudicando o desenvolvimento dos serviços de radiodifusão. “A possibilidade de uma nova destinação de faixa de frequência de UHF (470-694/698 MHz) para os serviços de telecomunicações, conhecida como “segundo dividendo digital”, implica dificuldades para o uso pela radiodifusão”, afirma.

Em outra resolução, a AIR se mostrou preocupada com o tratamento regulatório e fiscal assimétrico que vem sendo dado aos conteúdos audiovisuais distribuídos por plataformas, como, por exemplo, internet, televisão aberta e a paga por cabo e satélite. De acordo com a AIR, é preciso corrigir tais assimetrias com a adoção de medidas que garantam o desenvolvimento sustentável da atividade audiovisual nacional.

Realizada na Cidade do Panamá, a Assembleia Geral da AIR reuniu representantes de emissoras de rádio e televisão, empresários e profissionais do setor de radiodifusão das Américas, Ásia e Europa.(Com assessoria de imprensa)

Anterior Oi e Telemar dizem que compromissos para listar a CorpCo no Novo Mercado estão mantidos
Próximos CPqD lança módulo móvel para supervisão de redes ópticas