Encontro Tele.Síntese: Diferentes abordagens analisam o gargalo da banda larga no Brasil


Executivos dos ministérios da Economia e MCTIC, da Telefônica, Claro, TIM, Telebras, Eletropaulo, ISP, Anatel, Telebrasil, sociedade civil, advogados e economistas debatem expansão da internet rápida no dia 25 de junho.

Dirigentes dos governos federal e estaduais, de concessionária de energia elétrica, das maiores operadoras de telecomunicações, dos ISPs, da estatal de telecomunicações, da agência reguladora, do banco público de desenvolvimento e de entidade da sociedade civil estarão participando do Encontro Tele.Síntese no próximo dia 25 de junho, em Brasília. O tema central é: “Tics e Governo Federal. As modelagens federativas e a expansão das redes de telecomunicações”

No primeiro painel, que começa às 9h30min, estarão presentes Gabriel Fiuza Subsecretário de Regulação e Mercado do Ministério da Economia; Sidney Simonaggio  Vice-Presidente de Gestão da Receita, Atendimento e Regulação da Enel (Eletropaulo); Enylson Camolesi , Diretor Relações Institucionais e Assuntos Corporativos da Telefônica Vivo; Carlos Duprat  Diretor Executivo do SindTelebrasil. O Ministério da Economia apresentará as propostas para ampliar a instalação de antenas de celular e redes de fibra na infraestrutura federal, como estradas. Diretor da Eletropaulo fará um balanço sobre a ocupação dos postes e como avançar; e os dirigentes de telecomunicações abordarão as dificuldades do setor e as propostas para avançá-las. A moderadora do Painel será a Economista Claudia Viegas, da LCA.

O segundo painel, ainda pela manhã, contará com Basílio Peres  Presidente da Abrint; Hélcio Vieira Junior,Diretor Comercial da Telebras ; e Silvia Melchior, sócia da Melchior, Micheletti e Amendoeira Advogados. Estarão em debate as assimetrias regulatórias federal (preferência de compra à Telebras); impactos das reduções de ICMS para os ISPs e questões vinculadas à municipalidade e o setor.

O terceiro painel, à tarde, tratará de alternativas de financiamento para a banda larga. Contará com Artur Coimbra, Diretor do departamento de Banda Larga do MCTIC; *Carlos Azen ,Gerente do Depto de Telecom TI e Comunicação Criativa do BNDES; Leonardo Tostes, Assessor do Conselheiro Anibal Diniz; Fabio Andrade, VP de Relações Institucionais da Claro Brasil; Marina Pita , Intervozes
Marcelo Mejias, Diretor de Políticas Públicas da TIM Brasil. A nova proposta para o Fust, aprovada pela Anatel, é uma das alternativas a serem apresentadas. O MCTIC tem novos estudos. A Claro fará um balanço do que existe no Congresso Nacional a TIM irá apresentar a avaliação da empresa, e o Intervozes vai manifestar a posição da sociedade civil.

O quarto painel, por sua vez, irá trazer as diferentes iniciativas dos governos federais para a ampliação da banda larga e o avanço da economia digital. Estão confirmados: André Sampaio Costa Silva , Gerente de Projetos da PBH Ativos;
Mayco Murilo Pinheiro, Diretor Presidente da Empresa Maranhense de RH e Negócios Públicos – EMARHP – PPP para conectividade; Walter Pinheiro, Secretário de Planejamento do Governo do Estado da BA. Serão apresentados o programa de iluminação pública da prefeitura de BH; a Parceria Público Privada para levar rede de fibra óptica do Estado do Maranhão e a mega licitação de serviços digitais do governo da Bahia.

Últimas vagas disponíveis. Inscrições :

http://www.eventos.momentoeditorial.com.br/57o-encontro-tele-sintese-brasilia/

 

 

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1 Comment

  1. reinaldo
    18 de junho de 2019

    Tomará que saia algo de concreto, chega de projetos temos que ter ações práticas… O mercado brasileiro está sendo cabeado pelos ISPs, porém 90% deles ofertam o serviço sob CGNAT, o que acaba causando várias limitações a serviços que não se adéquam ao fatiamento de IP. Ninguém investiu em IPV6 no Brasil isso que estamos em 2019. O preço das velocidades de 100 Mbps ainda são caras, em muitos lugares falta disponibilidade de empresas ofertando o serviço…

    Exclusividade demográfica de ISPs, preço de altas velocidades, falta de IP verdadeiros, adoção de IPV6, são os reais problemas práticos de todas as empresas que ofertam serviços no Brasil… Isso deixando a parte burocrática…