Empresas começam adequação ao Recof


Para se adequarem às alterações feitas pela Receita Federal neste ano e usufruir dos benefícios do sistema de controle de regime Recof (Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), as empresas habilitadas já começam a fazer a atualização de seus sistemas, mapeando processos de integração, por exemplo. “É um trabalho longo para viabilizar essa …

Para se adequarem às alterações feitas pela Receita Federal neste ano e usufruir dos benefícios do sistema de controle de regime Recof (Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), as empresas habilitadas já começam a fazer a atualização de seus sistemas, mapeando processos de integração, por exemplo. “É um trabalho longo para viabilizar essa migração”, diz Roberto Feitosa, gerente de produtos da Softway, empresa que possui a solução Recof Sys para fazer a integração dos processos tributários.

O prazo final para a atualização é em maio de 2009, quando começam a vigorar as novas regars do Recof. Segundo Feitosa, a atualização “transforma o sistema numa ferramenta mais pró-ativa”, enviando informações sobre determinados eventos automaticamente para a Receita Federal.  

Voltado para companhias com patrimônio líquido de, no mínimo, R$ 25 milhões, e que exportem entre U$ 10 milhões e U$ 20 milhões, dos segmentos de informática e telecomunicações, semicondutores, automotivo e aeronáutico, o Recof permite que a empresa importe insumos para produção, com suspensão de tributos federais, e se isente com a exportação dos produtos finais. “Este sistema é um ganho muito grande para as empresas que, além do lado financeiro, têm os seus processos logísticos agilizados, permitindo um fluxo de mercadoria diferenciado, tanto na importação quanto na exportação”, afirma Feitosa.

De acordo com ele, atualmente 28 empresas estão habilitadas para o Recof, sendo que 22 já estão com o sistema em operação (apenas uma delas não utiliza a solução da Softway). O executivo observa que entre as indústrias de telecom, a adesão ao sistema ainda é um campo a ser explorado. “Não é um mercado tão vasto quanto o automotivo, mas ainda tem uma capacidade de expansão”, avalia. (Da redação)

 

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