Empresa de tecnologia de ponta 100% nacional, a Datacom resolve sair do anonimato.


Com tecnologia e desenvolvimento próprios, ela produz itens como multiplexadores convencionais e ópticos, switches MetroEthernet, modems SHDL (simétricos). Todas as concessionárias do país têm pelo menos um de seus equipamentos instalados; sua receita aumentou 100% em 2006, para R$ 101 milhões; investe 14% do faturamento líquido em P&D; toda sua linha tem PPB. Data…who? Antonio …

Com tecnologia e desenvolvimento próprios, ela produz itens como multiplexadores convencionais e ópticos, switches MetroEthernet, modems SHDL (simétricos). Todas as concessionárias do país têm pelo menos um de seus equipamentos instalados; sua receita aumentou 100% em 2006, para R$ 101 milhões; investe 14% do faturamento líquido em P&D; toda sua linha tem PPB. Data…who?

Antonio Carlos Pôrto sorri, e diz que a empresa chegou à conclusão que, para crescer, não dá mais para continuar no anonimato. Isso não quer dizer que os clientes desconheçam as linhas “DM” dos produtos, cujo desenvolvimento está nas mãos de 110 engenheiros, de preferência recrutados bem cedo nos campi universitários do Rio Grande do Sul.

Competência 

Concorrendo com gigantes tipo Marconi-Ericsson e Tellabs (nas linhas SDH e mux E1), ou Cisco e Xtreme (em MetroEthernet), em seus oito anos de atividades, a Datacom conseguiu ser reconhecida pelos usuários operadoras de telecom pela qualidade e competitividade dos preços de seus produtos, segundo Pôrto.

A empresa também está no mercado internacional há um ano e meio, com o parceiro israelense Ieru Communications, que detém exclusividade na comercialização global da Datacom. No ano passado, as exportações representaram 7% do faturamento da empresa.

Neste ano, a receita da Datacom, segundo seu diretor executivo, deve aumentar de 15 a 20%, e as exportações, 50%.

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