Embratel quer ter direito de continuar na concessão até 2025


A posição do grupo América Móvil não é contra a mudança da concessão agora. Mas quer ter o direito de continuar com seu contrato atual até o final da concessão, ou seja, só quer mudar para eventuais novas regras se lhe for conveniente.

The logo of America Movil is seen in the company's new corporate offices in Mexico CityO diretor de Regulação do grupo América Móvil, Gilberto Souto Mayor, disse hoje, durante o Encontro Tele.Síntese que debateu o novo marco regulatório, que a Embratel não é contra a alteração das regras da concessão agora, na definição do PGMU 2016/2020, mas que a concessionária quer ter o direito de manter o seu atual contrato que se encerra em 2025. Ou seja, segundo Souto Mayor, a Embratel não quer se ver na situação que foi vivida pelas empresas quando da criação do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC).

À epoca, a Anatel estabeleceu condições para as empresas com licença de TV a cabo migrassem para o SeAC. E a migração, lembrou ele, implicou condicionamentos que não existiam na licença anterior. “Primeiro vamos ver o que vai mudar na concessão e quais são os novos condicionamentos. Só vamos aderir, se for bom para empresa”, resumiu ele.

O Encontro Tele.Síntese, promovido pela Momento Editorial, aconteceu hoje (22) em Brasil. Em três painéis, debateu-se o novo modelo regulatório em desenvolvimento pelo governo e regulador e as mudanças na concessão.

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