Embratel aponta para a crise econômica para criticar o PGMC


Embratel, NET e Claro, as três operadoras que pertencem ao grupo America Móvil, do mexicano Carlos Slim, questionaram a proposta de Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) lançada pela Anatel, cuja consulta pública foi encerrada ontem (23). Para a Embratel, à primeira vista,  não haveria contradição entre o o fomento à competição e ao investimento, mas  argumenta que, no caso da proposta do PGMC, a agência, para estimular a concorrência, acaba aumentando os custos, imputando novas obrigações, sem previsão legal. “As economias internacionais e o fluxo de capitais não recomendam posturas contra investimentos”, afirma documento da operadora.

A NET, por sua vez, argumenta que a proposta da Anatel não é consistente com os pilares da defesa da concorrência, visto que não considera alguns dos itens do mercado de telecomunicações, como Arpu, Margens Ebitida, ou churn em sua análise para definir as empresas com Poder de Mercado Significativo (PMS).

E a Claro, por sua vez, volta a bater na tecla que a proposta é um desestímulo aos investimentos, pois atribui PMS a grupos que usam a sua própria infraestrutura para interconectar suas erbs.( Da redação)

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