Em quatro anos, Telefônica investirá R$ 3 bi em banda larga.


 Dos R$ 15 bilhões que a Telefônica irá investir no país nos próximos quatro anos, R$ 8,5 bilhões serão destinados para a rede fixa e R$ 6,5 bilhões para a rede de telefonia móvel, anunciou hoje, 7, o novo presidente a empresa no Brasil, Antônio Carlos Valente. Do total de recursos para a telefonia fixa, …

 Dos R$ 15 bilhões que a Telefônica irá investir no país nos próximos quatro anos, R$ 8,5 bilhões serão destinados para a rede fixa e R$ 6,5 bilhões para a rede de telefonia móvel, anunciou hoje, 7, o novo presidente a empresa no Brasil, Antônio Carlos Valente. Do total de recursos para a telefonia fixa, a ampliação e modernização da rede continuará a consumir a maior parte dos investimentos : 65%. Para a banda larga fixa, serão investidos 20% e outros 15% estarão destinados para novos negócios. “Esses recursos estarão canalizados para os investimentos operacionais e compras de ativos”, afirmou.

Segundo Valente, a empresa irá oferecer serviços combinados e criar planos tarifários mais adeqüados ao perfil do mercado brasileiro, de baixa renda. “Ainda há uma excelente oportunidade para a telefonia fixa, e continuamos apostando nela”, completou o executivo.

Crescimento

A sua expectativa é de que o setor de telecomunicações continue a crescer, nos próximos anos, a taxas superiores ao desempenho da economia brasileira, que estima, deverá crescer 3,5% este ano. “Isso significa que a indústria deverá crescer entre 5% a 6%”, completou.

Para ele, o fato de o setor de telecomunicações não ter sido citado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é sinal de que as telecomunicações geram menos preocupações ao governo do que outros setores da infra-estrutura, embora alerte que ainda existem questões não resolvidas. Entre elas, destaca a alta carga tributária e a não utilização dos recursos do Fust (Fundo de Universalização).
Valente afirmou, no entanto, que, ao invés de simplesmente apresentar o problema, o setor deve formular propostas. E  acredita que a melhor saída para o Fust seria a substituição do recolhimento puro e simples dos recursos (as empresas contribuem com 1% do faturamento) pela imputação de projetos de interesse do governo. “Todos queremos que a sociedade seja beneficiada”, concluiu.

 

 

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