Em nova semana tensa, ações das teles despencam na bolsa brasileira


Mais uma semana tensa marcou a bolsa de valores brasileiras, que seguiu a tendência mundial de perdas em função dos efeitos da propagação do Covid-19 sobre a economia. No Brasil, a pandemia levou o governo Bolsonaro a cortar a previsão de crescimento do PIB neste ano de 2,1% para estabilidade (alta 0,02%).

Os altos e baixos dos pregões da semana, que teve o circuit breaker, paralisação dos negócios para conter a baixa acentuada, acionado em dois dias, levou o índice Ibovespa à desvalorização semanal de 18,88%. Com isso, retornou aos 67 mil pontos, patamar de agosto de 2017.

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As operadoras não passaram incólumes por tudo isso. Oi foi a companhia que mais perdeu valor de mercado. As ações ordinárias despencaram 37,5% na semana, e terminaram esta sexta-feira, 20, vendidas a R$ 0,48. As ações ordinárias fecharam com queda semanal de 27,42%, cotadas a R$ 0,89.

A estatal Telebras foi a segunda operadora com maior desvalorização. Terminou a semana com queda de 9,23% do preços das ações ordinárias (R$ 59), e de 28,78% nas ações preferenciais (R$ 13,04).

TIM e Vivo se saíram melhor comparativamente. A TIM encerrou a semana com perda de 3,07%, cotada a R$ 13,92 o papel. Já a Telefônica Brasil (Vivo) Apresentou queda semana de 2,86% do valor da ação ordinária (R$ 54,01) e alta de 0,39% no papel preferência (R$ 53,48).

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