Em ano de eleição, setop box vira questão política.


São poucos aqueles que, em sã consciência, duvidam que, hoje, o conversor da TV digital tenha se transformado em um equipamento digital, com unidade central de processamento e outras características bastante similares às de um computador. Mas, em período eleitoral, todos os gatos são pardos. E, mesmo dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), …

São poucos aqueles que, em sã consciência, duvidam que, hoje, o conversor da TV digital tenha se transformado em um equipamento digital, com unidade central de processamento e outras características bastante similares às de um computador. Mas, em período eleitoral, todos os gatos são pardos. E, mesmo dentro do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), quem considera que, tecnicamente, o setop box preenche todos os requisitos para ser enquadrado na Lei de Informática, desconversa. Ou comenta, em voz baixa, que o “Sicsú (vice-presidente da Samsung) é muito convincente" na defesa do não-enquadramento do conversor na Lei de Informática e na exclusividade de sua produção na Zona Franca de Manaus (ZFM). Mas acaba admitindo que o governo não quer mesmo de bater de frente com a Zona Franca de Manaus, portanto, com o Amazonas, às vésperas de eleições gerais. Há, também, vozes no MCT que dizem que a questão ainda não foi resolvida pelo governo. Enquanto isso, o conversor só poderá ser fabricado na ZFM e ficar fora da Lei de Informática (ainda “esquecida” em alguma gaveta da Casa Civil).

Anterior Vivo pode economizar R$ 500 milhões por ano com aparelhos GSM
Próximos Sun: mudanças na estrutura de vendas.