Em 2006, a Ericsson crescerá menos no Brasil.


Apesar do contrato para fornecimento da infra-estrutura da rede (toda) e da quase totalidade (60%) dos acessos da rede GSM da Vivo – o que deve representar algo como 70% do investimento da operadora na nova rede – a subsidiária brasileira da fabricante sueca deve crescer “ligeiramente” menos este ano. Algo como um declínio de …

Apesar do contrato para fornecimento da infra-estrutura da rede (toda) e da quase totalidade (60%) dos acessos da rede GSM da Vivo – o que deve representar algo como 70% do investimento da operadora na nova rede – a subsidiária brasileira da fabricante sueca deve crescer “ligeiramente” menos este ano. Algo como um declínio de 5%, estima o vice-presiente Jesper Rhode Andersen, um dos executivos da empresa presentes ao almoço de fim de ano realizado hoje, 12 de dezembro, em São Paulo.

Em contrapartida, a Ericsson se garantiu com contratos de serviços gerenciados das plantas da Telefônica e da Telemar. Por esses contratos, e outros, a área de serviços da empresa, que respondeu por 35% da receita, em 2005, deve aumentar a sua participação para 37 a 38% do faturamento neste exercício. Além disso, informou o presidente Anders Runevad, os negócios no mercado corporativo (PBX híbrido e IP puro) cresceram 70%. E devem continuar evoluindo, segundo Andersen, com ofertas de mobilidade nas aplicações empresariais, além da integração de voz e dados sobre plataforma IP. Essa área corporativa representa de 5 a 8% do faturamento da Ericsson no Brasil.

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