Ei Movil quer crescer mais de 100% com marketing móvel no Brasil


A Ei Movil aposta no desenvolvimento do mercado nacional de marketing móvel (MM) para crescer acima de 100% em 2008. A empresa, que pertence ao grupo venezuelano Evenpro, faturou US$ 4 milhões este ano, e espera atingir US$ 10 milhões em 2008, contando com o crescimento das ações de mobile marketing, no termo em inglês. …

A Ei Movil aposta no desenvolvimento do mercado nacional de marketing móvel (MM) para crescer acima de 100% em 2008. A empresa, que pertence ao grupo venezuelano Evenpro, faturou US$ 4 milhões este ano, e espera atingir US$ 10 milhões em 2008, contando com o crescimento das ações de mobile marketing, no termo em inglês. Segundo Fabio Cardoso, diretor geral da Ei Movil no Brasil, “mobile marketing é qualquer tipo de ação publicitária em que o celular é utilizado para divulgar o produto e atingir o cliente. Pode ser uma promoção, divulgação de produto, ou um simples contato com o cliente”.

Os investimentos mundiais em marketing móvel devem atingr US$ 1,4 bilhão em 2007, e estima-se que alcancem US$ 14,4 bilhões em 2011, cita Cardoso. Ele ressalta que não há dados oficiais específicos sobre o tamanho do mercado no Brasil, mas avalia que em 2008 o mercado nacional possa ultrapassar a marca dos R$ 100 milhões. “É um mercado que está engatinhando, mas há um potencial gigantesco, e vai estourar a qualquer momento”, diz o executivo, destacando que as ações começam com as grandes empresas, e depois são adotadas pelas menores.

Para regular o segmento foi criada, em março deste ano, a Associação de Marketing Móvel do Brasil (AMMB), pois este tipo de publicidade, ao contrário de outras mídias, tem necessariamente a intermediação das operadoras. “É uma mecânica diferente de se enviar um e-mail, por exemplo, pois o usuário tem que autorizar o envio, a operadora tem que abrir seu banco de dados, há uma mecânica de cadastramento envolvida”, explica Cardoso.

Nos próximos anos ele avalia que a participação do setor de varejo e de serviços em ações de MM vai crescer bastante, além da parte de bancos, “que deverão usar o MM como uma espécie de ferramenta casada com o Mobile Banking, em que o usuário não irá só checar o saldo, mas vai também receber avisos de cartão, cotação de bolsa, ampliação de crédito”.

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