Doze empresas manifestaram interesse em fabricar tablet no Brasil


O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, informou que, com a MP dos tablets editada ontem, o preço do equipamento poderá ficar mais baixo na comparação com o similar importado. Com a isenção do PIS/Cofins, prevista na medida, o preço do tablet cairá 31%, percentual que pode ser aumentado até 36%, com a redução do IPI de 15% para 3% e de 12% do ICMS, caso os governos estaduais queiram participar desse esforço para promover a fabricação do equipamento no Brasil.

Segundo Mercadante, 12 empresas já manifestaram interesse em produzir tablets no Brasil. Além da taiwanesa chinesa Foxconn,  também estão inscritas as empresas: Positivo, Envision, Motorola, Samsung, LG, Itautec, Samnia, Compalead, Semp Toshiba, AIOX e MXT.

O secretário de Política de Informática (Sepin) do MCT, Virgílio Almeida, informou que o Processo Básico Produtivo (PPB) dos tablets deve ser publicado nas próximas semanas. O processo define o grau de nacionalização do equipamento ao longo dos anos, ou seja, qual o percentual de cada componente do tablet que pode ser importado e qual percentual que deve ser produzido no Brasil. O índice mínimo de nacionalização de insumos é de 20%.

“Isso gera empregos no Brasil, aumenta o faturamento das empresas que fabricam componentes, fortalecendo toda a cadeia produtiva no país para fabricar tablets”, disse Almeida. Uma das regras já definida é em relação às “placas de circuito impresso” montadas com componentes elétricos ou eletrônicos que programam a função de processamento central (placa-mãe), que devem ter um índice de nacionalização a partir de 2011. Em 2012 será de 80% e no ano seguinte 95%.(Da redação)

Anterior Posição do Brasil em ranking mundial decepciona
Próximos Oi vai reunir ações do grupo na BrT