Desclassificação de empresa atrasa final do pregão das cidades digitais


A desclassificação de uma das empresas que ofereceram melhores lances vai atrasar a conclusão do pregão eletrônico para selecionar as integradoras do programa de Cidades Digitais do Ministério das Comunicações. Com isso, as empresas em segunda colocação foram contatadas para que enviassem a documentação. O pregão terá continuação nesta terça-feira.

As empresas que ofertaram os melhores lances foram a Projemar Telecomunicações (lotes 1,2,3 e 5), a G4S Monitoramento e Sistemas (lote 4), TV a Cabo Campo Mourão (lote 6), José Eduardo Machado da Veiga e Cia (lote 7). Ao todo, elas ofertaram lances no valor total de R$ 44 milhões, R$ 11 milhões a menos do que o previsto no edital. Nesta segunda-feira (29), foram convocadas as empresas Peltier Comércio e Indústria e Screen Saver Informática.

A licitação está dividida em sete lotes, cada um com um conjunto de cidades mais próximas. E inclui o fornecimento de fibra óptica, de equipamentos e softwares necessários à sua implantação, com instalação, capacitação, suporte técnico, garantias e operação assistida. Cada rede de comunicação de dados da Cidade Digital está dividida em: backhaul, núcleo, sub-rede de distribuição e sub-rede de acesso e solução gerenciadora da infraestrutura (SGI).

Além da rede, o programa também prevê a implantação de aplicativos que aprimorem a gestão municipal e facilitem a vida dos cidadãos das 80 cidades selecionadas pelo programa. A expectativa do Ministério das Comunicações é que o projeto esteja em funcionamento em seis meses.

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