Desafio IoT anuncia vencedores


Imagem: Camila Sipahi, baseado em Freepik
Imagem: Camila Sipahi, baseado em Freepik

O Desafio IoT, iniciativa de ITS, CPqD e Fórum Brasileiro de IoT, divulgou hoje, 17, os vencedores de sua primeira edição: os produtos Quero Vaga, Smart Environment e Urban Trees. O Desafio foi lançado em outubro do ano passado, com o objetivo de capacitar profissionais na área de internet das coisas.

“Percebemos que no segmento de IoT a maturidade das empresas ainda não era tão grande”, justifica José Vidal, do ITS. Com isso em mente, o grupo selecionou pessoas para fazer um curso e criar produtos na área. Ao todo, o concurso recebeu 183 inscrições, das quais, 84 foram selecionadas para uma capacitação ao longo do ano. Ao final, foram criados 12 grupos de trabalho, dos quais três foram selecionados para prospectar clientes no espaço do CPqD na Futurecom 2016.

“O grande objetivo foi construir um ecossistema de IoT no Brasil, colocar as empresas para conversar entre si. Todas são empresas que têm um mindset de colaboração. São todas inovações criadas em um ecossistema que permite que as soluções interajam”, conta Vinicius Oliveira, do CPqD.

Gabriel Marão, do Fórum Brasileiro de IoT, é mais enfático: “Se quisermos que o Brasil participe dessa economia, é preciso quebrar os silos, senão vai ficar para trás”, diz.

Os projetos
Os vencedores receberam não apenas a capacitação e direito de participar da Futrecom 2016, como também mentoria para desenvolvimento dos negócios. A Quero Vaga propõe um sistema de sensores, que pode ser espalhada em ambientes fechados ou abertos. A intenção é faturar vendendo a solução a administradoras de vagas de estacionamento, mas também, oferecendo dados coletados sobre a cidade e a infraestrutura para uso de terceiros.

O Smart Environment, da IOT4Life, faz medições ambientais, bairro a bairro, de variáveis como temperatura, luminosidade, medição da capacidade de um local de gerar energia solar. Enquanto a UrbanTrees, da Treevia, instala dispositivos em árvores para acompanhar o crescimento e movimento das plantas, prevendo desde a capacidade de captura de carbono da vegetação urbana, ao risco de tombamentos para orientar a ação de poda da prefeitura. A solução é uma versão para a cidade do sistema criado pela empresa para o setor agrícola. Todos os serviços já rodam pilotos de pequena escala e está em busca de clientes e investidores.

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