Depoimento da Oi na CPI da Alesp é adiado


Em função da morte da ex-deputada estadual Maria Lucia Prandi, do PT de Santos, foi suspensa a sessão da CPI das  Empresas de Telecomunicações da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), logo após a sua instalação, hoje (7), às 14 e 30, na qual prestaria depoimento o presidente da Oi, Bayard Gontigo. Mas antes propor o adiamento, solicitado pelo presidente da Alesp, deputado Fernando Capés, o relator da CPI, deputado Roberto Morais (PPS) fez um desabafo. “Nós investigamos, levantamos todo o problema, tomamos os depoimentos, propomos soluções, mas não temos competência para legislar sobre esse assunto, telecomunicações. Temos que encaminhar nossas sugestões para o Ministério Público e ficamos na dependência para que adote as medidas”, disse.

O rol de reclamações elencado pelos membros da CPI é grande. Vai da qualidade do serviço prestado, dos erros em conta até a venda (sem controle mais rigoroso, na visão de alguns parlamentares) de chips pré-pagos. Querem ainda, pelo que disse o relator, tratar do bloqueio de serviços ao final do pacote de dados.

Gontijo, que compareceu acompanho de três vice-presidentes e vários assessores, concordou em que fosse estabelecida nova data, de comum acordo, que será futuramente marcada. Na CPI, já foram ouvidos os presidente da TIM, Rodrigo Abreu, e da Telefônica Vivo, Amos Genish.

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