Demanda por PABX ainda é grande no país


Um dos produtos mais vendidos pela Network1 – distribuidor especializado em comunicação de dados, convergência, voz, segurança, videoconferência e produtos de TI – no Brasil ainda são as centrais de PABX IP, principalmente pelo chamado segmento de SMB (pequenas e médias empresas na sigla em inglês). “Nessas empresas os gastos com comunicação chegam a representar …

Um dos produtos mais vendidos pela Network1 – distribuidor especializado em comunicação de dados, convergência, voz, segurança, videoconferência e produtos de TI – no Brasil ainda são as centrais de PABX IP, principalmente pelo chamado segmento de SMB (pequenas e médias empresas na sigla em inglês). “Nessas empresas os gastos com comunicação chegam a representar 50% a 60% do custo operacional e, como todos estão buscando redução de custos em razão da crise econômica, acredito que os negócios se manterão aquecidos neste ano”, avalia Paulo Cardoso, diretor de marketing da network1, que participa da edição 2009 do Alcatel-Lucent Enterprise Forum, que se realiza em Paris, França.

Além do segmento de enterprise, há demanda por soluções de PABX também pelo setor público. No caso do segmento SMB, Cardoso estima que 70% das empresas ainda têm sistemas analógicos. Outras demandas do mercado corporativo são por soluções de videoconferência, e sistemas de transmissão para redes wireless. No segmento de grandes empresas já existe demanda por comunicações unificadas, mas, nas pequenas empresas, Cardoso acredita que a opção por essas soluções, que reúnem numa mesma plataforma as aplicações de voz, dados e imagem, não chegará em menos de três anos (antes de optarem por esses aplicativos precisam investir em infraestrutura e tecnologia IP). No caso das redes sem-fio, Cardoso diz que a opção pelo uso da tecnologia na última milha tem sido tanto das operadoras quanto do governo.

Com 8,600 revendas e 100 integradores, a Network1 distribui produtos de 19 fornecedores (90% da receita vem de telecom, o restante de TI e informática). A expectativa da empresa é crescer 30% neste ano. Com atuação nacional, a companhia vai instalar um novo centro de distribuição este ano para atender o Nordeste. “É a região que mais cresce hoje e como o custo de frete é alto compensa os investimentos num centro de distribuição na região”, diz o executivo.

* A jornalista viajou a convite da Alcatel-Lucent

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