Correios retomam o lucro após cinco anos de prejuízos


correios

Os Correios registraram lucro de R$ 667 milhões no ano passado. Em 2016, houve prejuízo de R$ 1,48 bilhão e, em 2015, o resultado negativo atingiu R$ 2,12 bilhões. A estatal apresentava resultados negativos desde 2013.

Os números foram apresentados pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e pelo presidente dos Correios, Carlos Fortner, nesta quarta-feira (9), em audiência na Câmara dos Deputados

Segundo eles, o balanço foi aprovado pelo Conselho Fiscal dos Correios e será submetido amanhã ao Conselho de Administração da empresa.

Kassab e Fortner disseram que o retorno ao lucro se deu após revisão de contratos, racionalização de custos com pessoal e de encargos sociais e a revisão do custeio do plano de saúde, além da otimização da rede de atendimento, com foco nas necessidades dos clientes e aderente aos novos mercados e serviços.

Em junho de 2016, sob a direção do então presidente Guilherme Campos, os Correios começaram um processo de transformação. Fortner afirmou que a empresa se mantém focada em consolidar as iniciativas de recuperar o equilíbrio financeiro, otimizar a gestão e controlar despesas. (Com Agência Brasil)

Anterior MCTIC perde 50% do orçamento e situação tende a piorar
Próximos Câmara aprova MP 810, que altera Lei de Informática

3 Comments

  1. Marco
    9 de Maio de 2018

    Eles no lucro e os usuários no prejuízo. Séculos para as ancomendas chegar e os preços não param de aumentar. Ridículos.

  2. Leônidas Markenzie
    10 de Maio de 2018

    Um pouco de austeridade e visão de mercado já conseguiu tirar uma estatal condenada do prejuízo. Imagina o que não pode fazer por um país inteiro, se praticados pelo governo?

    Infelizmente, tem muita gente que ainda acha que o Estado produz algo e que “seu” dinheiro é infinito, por isso não seguem logo o caminho óbvio e comprovado de eficiência e economia.

  3. Thiago
    10 de Maio de 2018

    Agora é tentar recuperar os bilhões de reais que foram roubados pelos políticos que lotearam a empresa por anos (ao ponto de quase levá-la à falência), e trancafiá-los na cadeia.