Convergência: Ziller defende regulamentação aberta e flexível


O novo ambiente regulatório tem que suportar a evolução tecnológica, tem que promover a competição e encorajar o investimento e a inovação. Esse ponto de vista foi defendido, hoje, pelo conselheiro da Anatel, Pedro Jaime Ziller, ao participar do 24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão, promovido pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), …

O novo ambiente regulatório tem que suportar a evolução tecnológica, tem que promover a competição e encorajar o investimento e a inovação. Esse ponto de vista foi defendido, hoje, pelo conselheiro da Anatel, Pedro Jaime Ziller, ao participar do 24º Congresso Brasileiro da Radiodifusão, promovido pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília. “A convergência tecnológica possibilitou novos serviços, formas de fazer negócio e a interação com a sociedade”, completou.

De acordo com conselheiro, a nova regulamentação tem que ser aberta e flexível, além de reduzir a exclusão digital e social. Para ele, um ambiente convergente sem monopólio só será possível num mercado dividido por três grandes grupos, onde se tenha um operador de rede, um prestador de serviços e um produtor de conteúdos. “A convergência é um desafio a ser enfrentado em conjunto pelos setores de telecomunicações, radiodifusão e informática”, frisou.

Ziller também falou sobre a possível compra da operação Oi fixa (antiga Telemar) pela Portugal Telecom (PT), comentando que, em princípio, não vê problema, já que a PT não tem concessão para prestar telefonia fixa no Brasil. O conselheiro só vê problema com a operação celular da empresa, por causa da sobreposição de licenças na telefonia móvel. E alertou: “se o negócio se configurar, é claro que a empresa nacional fica prejudicada”.

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