O conselho de administração da Qualcomm rechaçou a proposta de aquisição feita pela Broadcom na semana passada. O negócio poderá movimentar US$ 130 bilhões. Por ser uma oferta de compra hostil, feita diretamente aos acionistas, o conselho pode apenas opinar a respeito da viabilidade do negócios, mas caberá aos donos de papéis autorizar, ou não, o negócio.

A Broadcom já avisou, logo após a negativa do conselho da Qualcomm, que mantém a oferta, e diz que a proposta é ótima por prever um prêmio de 28% sobre o valor atual das ações. Afirma, ainda, que obteve retorno dos acionistas, e a maioria das manifestações teria considerado a fusão positiva.

O conselho da Qualcomm, no entanto, diz que a oferta é baixa. Alega que tem o mercado mundial de telefonia móvel. Diz, ainda, que está bem posicionada para ser a líder em segmento de internet das coisas, carro conectado, computação em rede. A Qualcomm espera gerar mais valor aos acionistas com estes novos segmentos do que o prêmio proposto pela Broadcom.