Componentes, ainda o gargalo.


As compras externas de bens eletroeletrônicos tiveram crescimento generalizado, e de todos os países de origem. Embora, em volume, as importações do Sudeste asiático – e da China em particular – sejam as mais expressivas (US$ 14,4 bilhões e US$ 6,4 bilhões, respectivamente), por blocos, a expansão mais significativa, de 34%, ocorreu com a União …

As compras externas de bens eletroeletrônicos tiveram crescimento generalizado, e de todos os países de origem. Embora, em volume, as importações do Sudeste asiático – e da China em particular – sejam as mais expressivas (US$ 14,4 bilhões e US$ 6,4 bilhões, respectivamente), por blocos, a expansão mais significativa, de 34%, ocorreu com a União Européia, de onde vieram produtos no valor de US$ 4,3 bilhões. Aqui, os destaques foram terminais e infra-estrutura celulares, e é na UE onde estão plantas de grandes fornecedores como a Nokia, por exemplo.

As importações de componentes aumentaram 14% neste ano, para US$ 13,6 bilhões, valor que representou 58% de todas as  compras externas de produtos eletroeletrônicos. Contudo, por itens, o maior crescimento das importações foi do setor de telecomunicações: mais 56%, para US$ 1,9 bilhão; seguido pelas compras da indústria de informática, de 30%, para US$ 1,8 bilhão. Nesse grupo, os destaques foram discos rígidos e caixas registradoras eletrônicas.

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