Com queda na receita, Nextel lucra US$ 71 milhões no trimestre.


A NII Holdings,  que congrega as operações latino-americanas da Nextel (Brasil, Argentina, México, Chile e Perú) divulgou hoje o resultado operacional do primeiro trimestre de 2009, com uma receita operacional consolidada de US$ 961 milhões (queda de 3% em relação ao mesmo período de 2008) e Ebitda (lucro operacional antes juros, taxas, depreciação e amortização) …

A NII Holdings,  que congrega as operações latino-americanas da Nextel (Brasil, Argentina, México, Chile e Perú) divulgou hoje o resultado operacional do primeiro trimestre de 2009, com uma receita operacional consolidada de US$ 961 milhões (queda de 3% em relação ao mesmo período de 2008) e Ebitda (lucro operacional antes juros, taxas, depreciação e amortização) de US$ 245 milhões, queda de 14% em relação a igual período do ano passado. O lucro líquido consolidado foi de US$ 71 milhões.

Esses resultados devem-se à diminuição no número de adições líquidas de clientes, devido, principalmente, à fraca economia mexicana. No início de abril a empresa reportou ao mercado que estava revendo para menos as adições líquidas. Conforme anunciado anteriormente em seu press release do dia 6 de abril de 2009, a empresa revisou sua previsão de adição líquida de assinantes para o ano de 2009 para uma variação entre 1,1 milhão e 1,2 milhão, uma queda em relação a sua estimativa anterior de 1,275 milhão a 1,35 milhão. A empresa informou, no entanto, que não revisará sua previsão para 2009 de receita operacional consolidada ou do Ebitda. A previsão para 2009 de receita operacional consolidada permanece entre US$ 4,1 bilhões e US$ 4,3 bilhões, e sua previsão para 2009 do Ebitda permanece entre US$ 1,0 bilhão e US$ 1,1 bilhão.

Em virtude da revisão da previsão para adição líquida de assinantes para o ano, a empresa reduzirá sua previsão de investimentos em 2009 para uma variação entre US$ 750 milhões e US$ 800 milhões, uma redução em relação à estimativa anterior de US$ 800 milhões e US$ 850 milhões.

Mesmo com queda no número de novos clientes, a empresa adicionou 266 mil assinantes líquidos a sua rede, fazendo com que a sua base final de assinantes chegasse a 6,5 milhões, um aumento de 28% no número de usuários comparado ao final do primeiro trimestre de 2008.

No Brasil, a operadora ampliou a cobertura de sua rede para um adicional de 6 milhões pessoas, como parte de sua expansão geográfica na região Nordeste do país e investiu US$ 169 milhões no primeiro trimestre de 2009. (Da redação, com assessoria de imprensa)

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