Com a fusão, a PT deixará de existir.


Quem vai deter até o máximo de 39,6% das ações da empresa resultante da fusão da Oi com a PT, controlada por uma holding com o nome fantasia de CorpCo, são os atuais acionistas da PT e não a operadora, que deixará de existir. O restante das ações será diluído entre os acionistas majoritários e minoritários da Oi que serão acionistas da nova empresa, a qual terá apenas uma classe de ações como todas as empresas inscritas no novo mercado.
 

Nesse cenário, explica fonte ligada aos acionistas privados da Oi, deixa de existir o conceito atual de bloco de controle. A empresa terá seu capital pulverizado entre milhares de acionistas, alguns com mais outros com menos ações, todas da mesma classe. A governança se dará através do Conselho Administrativo. A primeira diretoria terá mandato de três anos, de acordo com a legislação em vigor, e as que a sucederem terão mandato de dois anos.
 

De acordo com o memorando de entendimento divulgado hoje, o Conselho da nova empresa será presidido por José Mauro Carneiro da Cunha, ex-diretor do BNDES e integrante do Conselho da Oi, e terá como vice-presidente Henrique Granadeiro, do Conselho da PT. Os outros nove membros são representantes dos acionistas com maior número de ações ou independentes. (Da Redação)
 

Anterior Anuário Tele.Síntese premia iniciativas inovadoras em comunicações no país
Próximos Cristina Palmaka assume a presidência da SAP Brasil