Coalizão une fornecedores e operadoras em defesa de políticas de espectro de seu interesse


O grupo – Coalizão Banda Larga sem Fio (Wireless Broadband Coalition – WBC) tem como membros fundadores a Verizon Wireless, Qualcomm, EarthLink, Lucent Technologies, Nortel, Cingular Wireless (a joint venture da AT&T com a BellSouth), e o CDG (CDMA Development Group). A coalizão diz que seu objetivo geral é reivindicar políticas que estimulem investimentos na …

O grupo – Coalizão Banda Larga sem Fio (Wireless Broadband Coalition – WBC) tem como membros fundadores a Verizon Wireless, Qualcomm, EarthLink, Lucent Technologies, Nortel, Cingular Wireless (a joint venture da AT&T com a BellSouth), e o CDG (CDMA Development Group). A coalizão diz que seu objetivo geral é reivindicar políticas que estimulem investimentos na contínua implementação e melhoria de redes sem fio, “para atender à demanda dos consumidores por serviços banda larga sem fio de nova geração.”

A coalizão, que procura a adesão de novos membros, é coordenado por um diretor executivo, David Taylor, da Capitol Solutions, consultoria especializada em lobby e negócios públicos. Segundo Taylor, em última análise, a capacidade da indústria de implementar serviços móveis nacionais seguros e de qualidade depende de espectro, um ativo que é controlado pelo governo federal. Por isso, a WBC pressionará por políticas que beneficiem o consumidor, disse. Assim, uma das primeiras tarefas é trabalhar junto ao Congresso dos EUA , à Administração e outras autoridades federais para reivindicar da Federal Communications Commission (FCC) regras “flexíveis” para uso do espectro, e o direcionamento dos leilões de freqüências para uso comercial.

A WBC também argumenta que serviços de banda larga wireless e de comunicações; que segurança nacional; e que a infra-estrutura de segurança dos governos federal, estaduais e municipais funcione em espectro livre de interferências de outros usuários.

(Da Redação, com noticiário internacional)

Anterior Telecom Itália: tumulto no depoimento de Prodi na Câmara.
Próximos Anatel rebate Acel: a portabilidade está assegurada pela legislação.