Classe C foi a que mais comprou smartphones no Brasil


A consultoria Kantar Worldpanel acaba de divulgar o ComTech, estudo que avalia o comportamento contínuo do consumidor quanto ao uso de celulares e tablets. Os indivíduos da classe C foram os que mais compraram smartphones no primeiro semestre do ano: 36% disseram ter comprado um celular inteligente. Em seguida vêm pessoas das classes D e E, das quais 34% adquiriram dispositivos do tipo. No segmento AB, 30% afirmaram ter comprado um smartphone no período.

O estudo foi realizado entre janeiro e junho e ouviu 27 mil pessoas, por telefone e em visita domiciliar, de todo o país, nascidos a partir da década de 1990. Além de responder se adquiriram equipamentos recentemente, os entrevistados responderam a perguntas sobre o que mais os agradam e desagradam nos dispositivos.

Quando questionados sobre os recursos dos smartphones que mais desagradam os usuários da geração y, a duração da bateria ficou em primeiro lugar, desagradando 50% dos usuários. A memória do aparelho incomoda 27% dos entrevistados. 25% dos consumidores dizem que a qualidade da navegação na internet desagrada mais.

Conectividade, câmera, aplicativos e jogos deixam 21% dos usuários insatisfeitos. Outros 19% sinalizaram a qualidade da chamada, 14% o reprodutor de músicas, 13% a qualidade do aparelho, 9% a confiabilidade no hardware, 7% no software e apenas 6% se incomodam com a digitação.

Quando a pergunta é o que mais agrada nos seus aparelhos, 39% estão satisfeitos com a bateria, 34% com a conectividade, qualidade do aparelho e câmera. Outros 24% acham a qualidade da chamada ótima. Aplicativos, digitação e confiabilidade no hardware agradam 21% dos proprietários. Outros 20% também estão satisfeitos com a navegação na internet, 15% estão satisfeitos com a confiabilidade do software, 13% com o reprodutor de músicas, 11% com a memória do dispositivo e 7% com os jogos oferecidos nos smartphones. (Com assessoria de imprensa)

Anterior Anatel vai mudar as regras de pagamento das redes de celular sem poder de mercado
Próximos FCC suspende análise das fusões AT&T/Direct TV e Comcast/ Time Warner