Claro quer a intervenção da Anatel para liberação mais rápida da EILD


Para que as operadoras móveis consigam levar o serviço de banda larga (3G) para os municípios mais distantes, as concessionárias locais precisam ser mais ágeis na liberação dos pedidos por  EILD (exploração industrial de linha dedicada). “Estamos tendo dificuldade na liberação do EILD e a Anatel  precisa intervir para que o processo se torne mais …

Para que as operadoras móveis consigam levar o serviço de banda larga (3G) para os municípios mais distantes, as concessionárias locais precisam ser mais ágeis na liberação dos pedidos por  EILD (exploração industrial de linha dedicada). “Estamos tendo dificuldade na liberação do EILD e a Anatel  precisa intervir para que o processo se torne mais ágil”, afirmou Christian Wickert, gerente de Planejamento Regulatório da Claro, no debate sobre a ampliação da banda larga e a última milha, no 17º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial.

Wickert reforçou a preocupação com as faixas de freqüência manifestada por Mario Cesar Pereira de Araujo, da TIM, e Ercio Zilli, da Vivo.  A disponibilidade de mais espectro é fundamental para a operadora dosar seus planos de expansão da banda larga móvel. “Se não tenho clareza de quanto espectro terei para a 4G, tenho que dosar meu crescimento na 3G”, explicou. “Mas, se há uma definição de que em 2011/2012 haverá espectro, posso crescer na 3G com tranquilidade”. Ele lembrou que 17% dos acessos de banda larga já são providos pela telefonia móvel.

O executivo da Claro também manifestou sua preocupação em relação à carga tributária incidente sobre o setor e alertou que o país precisa fazer uma escolha: se quer levar a banda larga para a população de baixa renda, precisa fazer uma reforma tributária urgente.   

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