Claro propõe que política de telecom estimule o empreendedorismo local


shutterstock_3DProfi_competicao_concorrencia_gente

A nova política de telecomunicações não deve apenas criar mecanismos para a ampliação da banda  larga no país ou para a inclusão digital e social, deve também se preocupar com a capacitação de pessoas de baixa renda e desenvolver o empreendedorismo local. Essa é a proposta da Claro Brasil para a consulta pública sobre o Plano Nacional de Conectividade, lançado no ano passado, e cujo relatório com a análise das contribuições da sociedade, o Tele.Síntese teve acesso.

Para a operadora, “a ausência de incentivo nas políticas e práticas ao empreendedorismo local e a capacitação da população de baixa renda desorganiza ainda mais as prioridades do país em combater a miséria e promover a inclusão social e digital”.

Escolas públicas

Já a Fundação Lemman, Cieb, ITS Rio, Instituto Natura e Ensina Brasil defendem uma única bandeira: que a política de telecomunicações tenha como objetivo específico a conexão de alta qualidade para as escolas públicas de edução básica.

Anterior Futijsu pode vender sua unidade de celulares
Próximos Universalização da banda larga volta a ser defendida