Claro leva 4G e telefonia rural na Amazônia com ágio de 34%


Claro leva a primeira banda de 4G e área rural da Amazônia, com ágio de 34%, pelo preço de R$ 844, 519 milhões. Com a desistência da Vivo e da TIM pela primeira banda nacional à venda pela Anatel, a disputa pela banda W – que congrega faixas de 2,5 Ghz em FDD e a cobertura da área rural da região Amazônica ficou entre a Claro – que é uma empresa fortemente capitalizada pelo grupo América Móvil – e a operadora nacional Oi. A disputa só se encerrou após seis lances de ágio, de 5% sobre o preço uma da outra.

 

Obrigações para esta faixa – atendimento de cidades-sedes da Copa as Confederações até abril de 2013 e das cidades-sedes e subsedes da Copa do Mundo até dezembro de 2013;
Levar a internet rápida em cidades com mais de 500 mil habitantes até maio de 2014;
Com mais de 200 mil habitantes até 31 de dezembro de 2015;
Com mais de 100 mil habitantes até 31 de dezembro de 2016;
Municípios entre 30 mil a 100 mil até 31 de dezembro de 2017. Abaixo de 30 mil, com tecnologia 3G até 2018.

Além das obrigações com LTE, as celulares passam a ter obrigação de atender as áreas rurais, com a faixa de 450 MHz, dos seguintes estados: Amazonas, Acre, Amapá, Bahia, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, e grande São Paulo.

 

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