Claro: clientes ainda preferem o pré-pago.


Por Denise Sammarone  A base de clientes da Claro cresceu 28%, e a empresa encerrou 2006 com 24 milhões. Os usuários do serviço pós-pago aumentaram 33,3%, passando de 3 milhões para 4 milhões. Já os de pré-pago cresceram em ritmo mais lento, 27,8%, ou 4 milhões, fazendo a empresa contabilizar, em dezembro do ano passado, …

Por Denise Sammarone 

A base de clientes da Claro cresceu 28%, e a empresa encerrou 2006 com 24 milhões. Os usuários do serviço pós-pago aumentaram 33,3%, passando de 3 milhões para 4 milhões. Já os de pré-pago cresceram em ritmo mais lento, 27,8%, ou 4 milhões, fazendo a empresa contabilizar, em dezembro do ano passado, 20 milhões. Ou seja, o valor total da base de pós-pagos é do mesmo tamanho do crescimento de pré-pagos em 2006. 

Mesmo sabendo que no Brasil, preço é determinante para o consumidor — segundo a União Internacional de Telecomunicações (órgão da ONU), no Brasil se paga por um serviço duas vezes mais caro do que nos Estados Unidos –, e uma rasteira em qualquer estratégia de expansão da base de usuários de pós-pagos, a Claro não fala em reduzir tarifas – assim como as outras operadoras. O preço do serviço, pondera o presidente da Claro, João Cox, é balizado pelos custos da operação (investimentos, retorno, impostos). “Manteremos o programa de fidelização, que concede mais minutos grátis para quem usa mais os serviços”, informou. E ele é otimista e prefere ressaltar que a receita líquida de serviços cresceu 25,9%. “Este índice, com a migração da base de celulares para aparelhos com maior capacidade de processamento e novas aplicações, tente a crescer”.

Anterior PSDB fica com Comissão de Ciência e Tecnologia
Próximos NEC apresenta segurança para telefone IP