Celulares discutem investimentos de 2009 com a Anatel


As operadoras de telefonia celular e a Acel (entidade que as representa) reúnem-se hoje à tarde com o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, e os demais dirigentes da agência para discutir os efeitos da falta de crédito internacional sobre os investimentos que precisam ser feitos em 2009. Os dirigentes das operadoras afirmam que querem encontrar …

As operadoras de telefonia celular e a Acel (entidade que as representa) reúnem-se hoje à tarde com o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, e os demais dirigentes da agência para discutir os efeitos da falta de crédito internacional sobre os investimentos que precisam ser feitos em 2009. Os dirigentes das operadoras afirmam que querem encontrar alternativas para fazer frente às obrigações que têm que cumprir pela aquisição de licenças de terceira geração. Entre as propostas está até mesmo a de a agência prorrogar o prazo para o pagamento da segunda parcela das licenças, que custaram um valor total de R$ 5,3 mihões. Mas outras alternativas serão apresentadas pelos empresários, já que a Claro, por exemplo, pagou à vista a suas licenças.

Os dirigentes das operadoras de telefonia celular acham que as metas de coberturas estabelecidas, para serem cumpridas, precisam estar casadas com o fluxo de caixa das empresas, já que não há mais crédito barato disponível no mercado internacional.

Linhas de financiamento diferenciado são também uma das reivindicações das empresas. Os empresários não falam abertamente, mas até mesmo as próprias metas de cobertura estariam sendo questionadas. Até o final do próximo ano, todas as cidades brasileiras terão que ter o serviço telefonia móvel e, pelo menos, as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes terão que estar com a rede de banda larga móvel disponível. 

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