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Leilão

Os processos de venda de faixas de frequências para prestação de serviços de telecomunicações no Brasil

Portaria do ministério com diretrizes para a licitação prevê a criação de uma entidade nos moldes da EAD da TV digital

O conselheiro Moisés Moreira busca formular um voto de consenso para que a agência consiga lançar a consulta pública do edital de venda de espectro para a 5G em fevereiro. Ele conversa com seus pares para a venda de 400 MHz na faixa de 3,5 GHz além de buscar uma alternativa consensual para a participação das pequenas operadoras.

Anatel pediu detalhes a operadoras satelitais sobre o impacto da possível liberação de mais 100 MHz da banda C para o serviço de telefonia móvel.

Telcomp e Associação Neo defendem mudanças no edital, como garantias de acesso ao espectro em caráter secundário para quem não conseguir comprar. Abrint quer mais granularidade. Abranet aguarda detalhes sobre a participação de consórcios.

Campelo prevê realização de duas rodadas a cada lote de frequências. Nos 3,5GHz, a segunda rodada trará a venda das sobras do bloco regional.

Conselho Diretor da Anatel aprova novo pedido de vista da matéria, após discussões sobre o formato do leilão e reserva de espectro para pequenos provedores. Proposta de Campelo destina ágio a investimentos em infraestrutura. 

Cisco, Ericsson, Huawei, Nokia e Qualcomm subscrevem novo documento distribuído pelo Telebrasil e que sugere convivência da 5G com TVRO, além da liberação do espectro entre 3,6 GHz e 3,8 GHz. Para radiodifusores, proposta é insuficiente.

Unifique, Sumicity, Vero, além da primeira a se manifestar, a Brisanet, confirmam interesse em comprar espectro de 5G, se condições forem diferenciadas e argumentam que văo levar a tecnologia mais rápido para o interior do paīs.

Faixa fica entre 3,6 GHz e 3,7 GHz, onde há serviços fixos satelitais que, dizem as operadoras, convivem de forma harmoniosa com a 5G.