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Leilão

Os processos de venda de faixas de frequências para prestação de serviços de telecomunicações no Brasil


As contribuições à consulta pública da Anatel afirmam que o uso da nova tecnologia não pode depender das redes públicas de celular.

Segundo a operadora, devido à crise provocada pelo coronavírus, alguns ISPs estão enfrentando até 50% de inadimplência nas contas, e por isso, terão mais dificuldades para cumprir as metas de cobertura nos prazos sugeridos pela agência.

Operadora pede também que Anatel retire a preferência de compra dos 700 MHz por quem ainda não tem tal faixa.

Entidades manifestam preocupação com a possibilidade de perda de investimento e com o timing da licitação.

O setor defende ainda que as operadoras devem custear a recepção doméstica das famílias de baixa renda integrantes dos programas sociais federais.

Para Nokia, Ericsson, Intel e Huawei falta de sincronia entre blocos seria um problema nas divisas dos estados. Tamanho dos blocos não é consenso, no entanto.

Para a Oi, 5G não pode ter menos do que 100 MHz disponíveis, e por isso, todas as licenças de 3,5 GHz deveriam ser nacionais, reservando-se para os ISPs lotes regionais na faixa de 2,3 GHz, que permite a 4G e também a 5G.

Operadora sugere existência apenas de lotes com abrangência nacional nos 3,5 GHz e que lhe seja dada preferência para a compra do lote de 700 MHz

Para a empresa, o momento vivido pela economia mundial, gerado pela pandemia do coronavirus, traz um quadro de previsões pessimistas e de incertezas que afeta a capacidade de investimentos dos futuros compradores das licenças. Assinala também que deveria ser feita nova consulta pública com respostas para cinco questões relevantes que não foram ainda esclarecidas.

A operadora alega que a faixa de 26 GHz será usada nas instalações fabris, em meios confinados, e que por isso não haveria problemas de interferência com as micro-licenças