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Leilão

Os processos de venda de faixas de frequências para prestação de serviços de telecomunicações no Brasil


Roberto Nogueira assinala que as cidades do interior do Brasil até hoje convivem com tecnologias de terceira geração, e com antenas de 4G que sequer são ligadas a fibra. E diz que se os ISPs não tiverem acesso à frequência, esse cenário irá se repetir no 5G.

De acordo com Vítor Menezes, secretário de Telecomunicações do MCTIC, a proposta é de colocar o leilão como projeto prioritário do governo e divulgar a licitação no exterior

Para secretário executivo, Júlio Semeghini, é necessário o levantamento e análise dos custos das soluções técnicas que poderão ser utilizadas

O conselheiro da Anatel, Emmanoel Campelo, está empenhado em apresentar a sua proposta de edital de venda de frequências ainda este ano, em 12 de dezembro. E assinalou que haverá mudanças, pelo menos no tamanho dos blocos da faixa de 3,5 GHz, que hoje estão divididos em blocos de 10 MHz.

Assessor do conselheiro rebateu críticas à proposta de leilão de espectro 5G e disse esperar entre 4 e 10 competidores na disputa pelo lote reservado às PPPs, caso a Anatel mantenha as regras da minuta atual

O Conselho Diretor aprovou pedido de vista por mais 60 dias apresentado pelo conselheiro Emmanoel Campelo, o que já alcança o próximo ano. Mas a direção da Anatel terá ainda uma reunião este ano, e Campelo poderá apresentar a sua proposta no dia 12 de dezembro.

José Luiz Pelosini, vice-presidente, diz que a Americanet vai participar do leilão caso mantida a modelagem atual, em que há um bloco reservado para empresas menores

Entidade apoia inovações apresentadas na proposta de Aquino, mas defende que com mais lotes ISPs conseguirão disputar espectro sozinhos.

Pequenos e entrantes poderão adquirir espectro em 3,5 GHz através de disputa conhecida como “beauty contest”, em que a promessa de mais obrigações entregues leva as frequências. As grandes que já operam serviço móvel no Brasil serão obrigadas a disputar lances por preço, construir redes de transporte de alta capacidade e resolver a interferência sobre a TVRO.

Campelo disse que o edital deverá trazer equilíbrio entre o interesse do Ministério da Economia, que quer arrecadar mais recursos, e do setor, que prefere que o dinheiro seja gasto nas redes de telecom. Afirmou que teme pela divisão das frequências em blocos muito pequenos. Não vê problemas em reservar espectro para os ISPs e não sabe se Anatel consegue fazer o CCA