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Leilão

Os processos de venda de faixas de frequências para prestação de serviços de telecomunicações no Brasil


Uma solução de convivência dos serviços custaria R$ 456 milhões. Os cálculos consideram a existência de uma base de 12,5 milhões de parabólicas que sintonizam a banda C no país.

A nova proposta prevê o deslocamento das TVROs para a faixa de 3,8 GHz, e com isso seria necessária apenas uma nova sincronização dos conversores das TVs por parabólica, sem necessidade de migração para a banda KU ou instalação de filtros. Mas a nova proposta de edital, a ser apresentada no dia 12, não deverá abordar esse assunto, por mais segurança.

Dirigentes da fabricante sueca visitam o presidente Jair Bolsonaro, depois da concorrente, a gigante chinesa Huawei, e da mexicana América Móvil, que controla a Claro, terem feito o mesmo percurso

Empresa de consultoria e soluções integradas ganhou licitação da agência, no valor de R$ 500 mil

Roberto Nogueira assinala que as cidades do interior do Brasil até hoje convivem com tecnologias de terceira geração, e com antenas de 4G que sequer são ligadas a fibra. E diz que se os ISPs não tiverem acesso à frequência, esse cenário irá se repetir no 5G.

De acordo com Vítor Menezes, secretário de Telecomunicações do MCTIC, a proposta é de colocar o leilão como projeto prioritário do governo e divulgar a licitação no exterior

Para secretário executivo, Júlio Semeghini, é necessário o levantamento e análise dos custos das soluções técnicas que poderão ser utilizadas

O conselheiro da Anatel, Emmanoel Campelo, está empenhado em apresentar a sua proposta de edital de venda de frequências ainda este ano, em 12 de dezembro. E assinalou que haverá mudanças, pelo menos no tamanho dos blocos da faixa de 3,5 GHz, que hoje estão divididos em blocos de 10 MHz.

Assessor do conselheiro rebateu críticas à proposta de leilão de espectro 5G e disse esperar entre 4 e 10 competidores na disputa pelo lote reservado às PPPs, caso a Anatel mantenha as regras da minuta atual