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Leilão

Os processos de venda de faixas de frequências para prestação de serviços de telecomunicações no Brasil


Para o secretário de Telecomunicações, Vitor Menezes, a solução para a interferência da TVRO não pode menosprezar o impacto econômico, para não prejudicar o avanço da banda larga.

Marcos Ferrari, do SindiTelebrasil, diz que inexistência da autoridade de dados entra na lista de questões a serem resolvidas pelo governo para que o certame seja bem sucedido. Wesley Cardia, do PPI, diz que secretaria trabalha para alinhar os interesses.

Diferentes órgãos preparam pareceres para o presidente. No PPI, a posição será pró-mercado e de que o país ficará para trás na 5G se restringir a participação da Huawei na infraestrutura de telecom.

Serviço em Paraisópolis em SP usa a faixa de 2,5 GHz da companhia, que já foi indicada pela GSMA como mid-ranger da tecnologia de quinta geração.

Para o CEO da companhia, esses espectros devem se manter dedicados aos ISPs para facilitar a implantação da tecnologia nas pequenas cidades

O presidente da operadora, José Roberto Nogueira, afirmou que os lotes regionais reservados para os pequenos operadores irá assegurar que a 5G chegue mais rapidamente às cidades com menos de 30 mil habitantes.

Leonardo de Morais disse que as faixas de frequências atualmente ocupadas pela tecnologia 4G podem também receber a quinta geração, como alternativa para o atraso do leilão.

Para Ericsson, Nokia e Intel, obrigações em qualidade de serviço fazem mais sentido do que regra para uso de fibra em bakchaul no próximo certame. Cisco observa que infraestrutura sem fibra não atende padrão 5G.

Cisco vê cinco players na disputa por espectro no próximo leilão. Para Nokia e Ericsson, regionalização pode se dar também liberando-se a banda de guarda acima de 3,7 GHz para o serviço privado. Para a Intel, custo para os pequenos pode inviabilizar investimentos.

Para a empresa é necessária a certeza de que serviços em bandas adjacentes serão preservados.