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Balanço

O resultado operacional divulgado por empresas de capital aberto do setor de telecomunicações e TICs


Para companhia, há muito espaço para crescimento, mesmo com mais competidores, pois o streaming é ainda um parcela pequena do tempo gasto pelas pessoas diante da TV.

Empresa recebeu R$ 1,38 bilhão de depósitos judiciais em ação contra a CFRP, mas teve que repassar ao cofre único, por falta de autorização orçamentária.

Receita operacional líquida subiu 172,4% com serviços prestados a órgãos públicos e aluguel da banda X do satélite, além da antecipação de recursos do MCTIC para o programa Gesac.

No único segmento no qual encolheu, o das operadoras, a companhia asiática ainda se mantém com folga à frente de Nokia e Ericsson

Carlos Brandão, CFO da Oi, avisa ainda que a Unitel só será vendida após reestruturação, o que “deve levar algum tempo” para acontecer.

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Operadora tem outro processo correndo que, em caso de vitória, pode render mais R$ 1 bilhão.

Valor é 48,4% maior que as perdas anotadas no mesmo trimestre do ano anterior. Em 2018, a Oi encerrou o ano com lucros contábeis, gerados pelo processo de recuperação judicial, resultado positivo de R$ 24,61 milhões.

Nextel avisa que receita teve impacto de ajustes de contratos pagos no período. Empresa terminou ano com 3,3 milhões de assinantes e com lucro operacional graças a forte corte de despesas.

Custos com depreciação dobraram com entrada em funcionamento do SGDC. Contratos com estatais, no entanto, fez receitas saltarem 2,7x.

Operadora cresceu no B2B com expansão da rede a 18 novos mercados, mas encolheu nas vendas ao consumidor final.