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Balanço

O resultado operacional divulgado por empresas de capital aberto do setor de telecomunicações e TICs


O resultado foi impactado pela desvalorização do real em 2019, da atualização monetária das provisões para contingências, implementação do IFRS 16, além dos custos e despesas usuais. O EBITDA de rotina teve queda de 23,7%, a R$ 4,46 bilhões.

Companhia mineira avança no mercado corporativo, que já representa quase 60% das receitas

Geração de caixa seguiu negativa, mas a entrada do dinheiro da emissão de dívida e da venda do ativo angolano elevaram as reservas da empresa em 97%, para R$ 3,76 bilhões.

Houve aumento da depreciação por causa do satélite brasileiro. Além disso, operadora recebeu no ano passado apenas 10% do dinheiro prometido pela União para investimentos.

Fabricante vendeu mais celulares, notebooks, servidores e produtos para casa inteligente que em 2018.

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Para a Pharol, dona de 5,5% das ações da concessionária brasileira, a venda da unidade móvel aumentaria capacidade de investimento da Oi em infraestrutura de fibra

Mudança no padrão de contabilidade e provisionamento para reestruturação da companhia tiveram reflexo no resultado. Receita foi de € 48,42 bilhões em 2019, 0,6% menor que em 2018.

Vivo ampliou os investimentos no ano passado com foco em expansão da rede de fibra óptica e da rede móvel LTE. Mudança da norma de contabilidade teve grande impacto sobre o endividamento da companhia.

Operadora investiu R$ 661 milhões em dezembro. Ao administrador judicial, afirmou que emissão de debêntures e venda da Unitel darão fôlego para manter patamar de investimentos em 2020.

Empresa vendeu menos na América do Norte, mas espera recuperação “futura” com base na demanda por 5G, WiFi 6, redes de transporte e nuvem