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Anuário TeleSíntese

Levantamento do que a indústria, operadoras e prestadores de serviço criaram com potencial para se diferenciarem da concorrência


Os atendentes virtuais inteligentes começam a fazer parte de diferentes canais de atendimento, em projetos pontuais ou plataformas mais poderosas. Mas o caminho para plena adoção das tecnologias de IA e aprendizado de máquina é árduo.

O segmento de smartphones, que deve registrar um pequeno recuo nas vendas em 2018, enfrentou a crise do ano sem grandes abalos, graças a seu estágio de maturidade.

Ainda há resistência ao desconhecido, mas projetos importantes de Internet das Coisas estão em desenvolvimento no país. Foi dada a largada e as operadoras integram o movimento.

A indústria aumenta produção e portfólio para atender à demanda de ISPs.

As operadoras regionais de serviços de comunicação continuam a crescer na casa dos dois dígitos, nos sete primeiros meses de 2017 responderam por 73% das novas adições da base de banda larga e já incomodam as grandes operadoras. Que começam a reagir.

Na corrida para oferecer mais cobertura, mais velocidade e mais serviços aos clientes de telefonia móvel celular de 4G, as operadoras buscam o que faz diferença: agregar mais frequência.

Todas as operadoras brasileiras aprofundam investimentos para levar conectividade mais rápida até a casa do cliente.

Empresas iniciam a operação de novos satélites em posições orbitais brasileiras, ampliam a oferta de dados e aquecem a competição.

Eles querem garantir contratos nos rincões e aguardam a cobertura do SGDC, o único satélite sobre o país capaz de cobrir 100% do território com banda Ka.

Conheça quais tecnologias levaram ao crescimento no lançamento de novos satélites. E, acredite, muitos mais vão cobrir a Terra no futuro.