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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong


Os eixos de atuação do CPqD – Inovação, P&D e Empresas e Mercado – permanecem os mesmos. Mas Sebastião Sahão Filho quer estreitar a parceria com o Funttel e o governo no desenvolvimento de novas tecnologias e trabalha para adotar as medidas voltadas à racionalização e eficiência da gestão.

Startup catarinense com foco em internet das coisas cresce investindo no segmento de controle da cadeia do frio em hospitais, postos de saúde, laboratórios e farmácias. Aguarda regulação da Anvisa para acelerar seu crescimento, e já planeja expansão para setor de alimentos.

Novos clientes, mais parcerias. O presidente da Telebras explica como a nova orientação é produzir resultados para atingir o break even em 2018, sem perder foco nos grandes projetos estratégicos de governo e na nova missão de usar sua rede para levar serviços de e-gov ao cidadão.

O Ministério da Cultura começa a travar o debate sobre o direito autoral no mundo digital. Para o secretário-executivo da pasta, João Brant, é possível conseguir aplicar regras brasileiras aos provedores de conteúdos de internet globais, de maneira a garantir que os criadores, os artistas brasileiros, sejam remunerados pelo seu trabalho. Para o ministério, hoje, os artistas ganham muito pouco pelo conteúdo baixado da internet. Além disso, o ministério começa a discutir, através do Conselho Superior de Cultura o video on demand.

A política de dados abertos do governo federal deverá entrar em uma nova etapa: a inovação aberta. Esse é o movimento que o Serpro faz ao estruturar uma aceleradora que consiga mostrar a startups, e mesmo grandes empresas, as oportunidades de negócios que existem no ambiente de informações públicas mais acessíveis. Marcos Mazoni, presidente da empresa, acredita que mudanças como esta podem beneficiar a sociedade e colocar o cidadão como centro desse processo. Nesta entrevista, ele fala dos desafios de preparar uma infraestrutura física que garanta às pessoas o acesso a todos os serviços que estão sendo oferecidos virtualmente.
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“Quanto mais tempo a concessão continuar, mais o Estado perde dinheiro”, avalia o conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara, que despede-se da agência em agosto com a sua marca pessoal, expondo suas posições, mesmo que polêmicas.

O Ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, acha que o debate sobre fim da concessão da telefonia fixa será concluído no próximo ano. Para ele, a ideia de se acabar com a distinção entre serviço público e privado é bem-vinda. E com este novo serviço unificado, novas obrigações, que tenham preços “acordados” entre o Estado e as operadoras devem ser estabelecidas. Ele lembra que, se o serviço da telefonia fixa está morrendo, a sua rede não.

Enrique Medina, diretor de relações institucionais do grupo espanhol, defende regras iguais para todos os players do ecossistema da internet, ou seja, operadoras e empresas de conteúdo da internet. Não quer mais regulação para as OTTs, quer mais flexibilidade para as operadoras. E entende que portabilidade e sistemas abertos são fundamentais para se manter a internet livre e aberta, sem castelos feudais que diz estar sendo criados por empresas como Google e Facebook.

Chema Alonso, hacker e diretor global da área na telco, conta como a companhia reviu os planos para oferta de produtos nos últimos cinco anos, quando investiu 300 milhões de euros. E prevê inovações, como predição de ataques com base em incidentes na internet.

Marcos Vinicíus de Souza, secretário de Inovação do Mdic, continua com a forte expectativa da aprovação do projeto de lei que melhora o relacionamento da universidade brasileira com as empresas para o desenvolvimento de projetos conjuntos de inovação. Além disso, vai focar a sua atuação e estimular a inovação também por parte das pequenas empresas tradicionais – como uma padaria, por exemplo – e já pensa e discutir mudança nos currículos de engenharia.