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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong


Rafael Guimarães, presidente da Hughes, está bastante otimista com o futuro do segmento satelital no Brasil, apesar o atual momento econômico. Isso porque, explica, são projetos de longo prazo, e até 2019 já estão contratados investimentos de R$ 18 bilhões pelo setor. Essa forte movimentação ocorre, explica, com o advento da nova tecnologia de banda larga Ka, que permitiu grande redução de custos, fazendo com que os satélites se tornassem alternativas competitivas para a oferta de internet rápida em áreas de pouca infraestrutura terrestre. Em julho, sua empresa lança o primeiro serviço, para atuar nas “bordas” das grandes e pequenas cidades brasileiras.

Marcio Tiago, responsável pelos negócios no país, conta que a operadora árabe de satélites prevê investir US$ 200 milhões no Brasil para botar em pé projeto de conectar residências próximas a grandes centros urbanos.

A secretaria de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento perdeu a Logística no ano passado para fortalecer o foco na TI. E o seu secretário, Cristiano Heckert, já tem muito o que fazer na implementação da política de governança digital, que passou a ser estabelecida pela Presidência da República. Essa política está baseada em três pilares – serviços públicos digitais, acesso à informação e participação social – com o objetivo final de o brasileiro entrar nos portais do governo e resolver todas as suas demandas sem precisar se deslocar para qualquer posto estatal.

Carla Belitardo, nova vice-presidente de estratégia da fabricante sueca, enxerga benefícios para todo o setor com mudanças no regime público. Expectativa para resultados da empresa é de estagnação em 2016 no Brasil.

Operadora com presença em 95 municípios do Paraná, Sercomtel pretende rentabilizar a rede no modelo de parcerias.

A nova abordagem da Oi com seu cliente, que levará a um forte compromisso de toda a corporação, já começou com as pequenas e médias empresas e, em até dois anos, estará com soluções fim – a- fim para todos os clientes. No final do processo, a Oi quer ser reconhecida por sua excelência e a preferida do consumidor.

O presidente Daniel Mirabile conta que empresa já fatura R$ 100 milhões com DWDM, fechou contratos em femtocells, planeja voltar a vender BTS no Brasil e quer adquirir empresas locais nas áreas de segurança, varejo e saúde.

Dimitri Diliani, vice-presidente da Nokia para a América Latina, conta que a companhia vai continuar a comprar e quer crescer no mercado de internet das coisas. No Brasil, vai inaugurar um laboratório de IoT em parceria com uma operadora. O executivo minimiza os efeitos negativos que a fusão com a Alcatel-Lucent terão na região. “Todo o portfólio é complementar na AL. Haverá sinergias no setor administrativo, mas ainda é muito cedo para dizer quem, quando e quantos serão afetados”, diz.

Os eixos de atuação do CPqD – Inovação, P&D e Empresas e Mercado – permanecem os mesmos. Mas Sebastião Sahão Filho quer estreitar a parceria com o Funttel e o governo no desenvolvimento de novas tecnologias e trabalha para adotar as medidas voltadas à racionalização e eficiência da gestão.

Startup catarinense com foco em internet das coisas cresce investindo no segmento de controle da cadeia do frio em hospitais, postos de saúde, laboratórios e farmácias. Aguarda regulação da Anvisa para acelerar seu crescimento, e já planeja expansão para setor de alimentos.