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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

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{mosimage}Com os recursos do Fust, o governo pretende, a partir do ano que vem, levar banda larga a escolas e bibliotecas públicas de todo o país. R$ 600 milhões do fundo serão descongenciados e incluídos no orçamento de 2007. Com essa iniciativa, avalia o coronel Oswaldo Oliva Neto, secretário-geral do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, será dado o ponta-pé para a construção de uma infra-estrutura capilarizada de banda larga, fundamental para o desenvolvimento do país.

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{mosimage}Desde que chegou ao Brasil, com a compra da Villares Control, a subsidiária local da Comsat vem ajustando seu foco para atender à evolução do mercado. No início, projetos wireless, de comunicação por satélite ou por rádio levaram à construção de backbones e pontos de presença das redes wireless. Após 1998, investiu na construção de um backbone óptico. E desde a aquisição da Vicom, em 2004, o crescimento da empresa vem sendo vertiginoso, afirma o seu presidente Luiz Sá.

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{mosimage}Nos últimos anos, o Estado brasileiro perdeu a capacidade de planejar o desenvolvimento industrial, analisa Alessandro Teixeira, presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). Para que o país não fique para trás, é preciso investir em áreas estratégicas e que serão vitais para qualquer indústria no futuro, como software e biotecnologia.

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Se não puder prestar o serviço diretamente, a Telefônica vai buscar parceiros que usem sua infra-estrutura e outros serviços, como billing. Até o final do ano, sua rede estará pronta para a oferta do novo serviço, garante o diretor geral da operadora, Stael Prata.

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Há tempos a empresa desenvolve software não exclusivo para PCs. A evolução dos terminais, a mobilidade, a diversificação dos serviços, empurraram a Microsoft para uma área que, até anteontem, era exclusiva das telecomunicações. A convergência e a internet acabam com exclusividades. No Brasil, a unidade de negócios de telecom é dirigida por Celso Winik, que relata ao Tele.Síntese a trajetória da empresa no setor.

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{mosimage}O subprocurador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público, Aurélio Rios, revela, nesta entrevista ao Tele.Síntese, que cabe à Anatel confrontar o valor da assinatura básica e das tarifas com os custos das empresas para verificar se não há desequilíbrio econômico contra os usuários. Na pauta de 2006 do MP, estão as operadoras móveis, a necessidade de incorporarem o Código de Defesa do Consumidor e a preocupação com os efeitos da radiação das antenas.

{mosimage} Essa é uma das alternativas na qual a Motorola vem investindo, segundo anuncia o presidente da subsidiária, Enrique Ussher, em entrevista ao Tele.Síntese. O uso da tecnologia Mesh, diz ele, pode baratear o custo de implantação de redes celulares. Com novas tecnologias como esta e a redução da carga tributária, Ussher acredita que é possível fazer avançar a taxa de penetração da telefonia celular no país.

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{mosimage} O Ministério da Defesa irá repassar para a Agência Espacial Brasileira (AEB) a coordenação do projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). A intenção é lançar três satélites nacionais até 2011. Conheça os planos da Defesa nesta entrevista do coronel Paulo Pietroluongo, secretário-executivo da Comissão de Implantação do Sistema Militar de Comunicação por Satélite do Ministério da Defesa, que fala também sobre as negociações com a Star One.

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A MAIS TV, operadora de TV por assinatura via MMDS controlada pelo grupo ITSA (Intercontinental Telecomunicações Ltda), se prepara para digitalizar seus serviços este ano. O ITSA quer ser um prestador multiserviços e ofertar internet banda larga com WiMax e VoIP. É o que revela Hermano Albuquerque, presidente do grupo, nesta entrevista ao Tele.Síntese.

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{mosimage}Depois de registrar um forte incremento no ano passado, a área de serviços da Ericsson mantém-se bem otimista para este ano de 2006. Entre as apostas, segundo Edmilson Toledo, vice-presidente de serviços da empresa, estão o aumento da oferta de conteúdos audiovisuais pelas redes fixas e móveis e a expansão da telefonia celular para as áreas rurais.