Notícias da categroia

Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

{mosimage}Quando se fala em telemedicina, parece se tratar de uma técnica que implica sofisticadíssimos equipamentos. Até implica. Mas não, necessariamente, no país, explica em entrevista ao Tele.Síntese, o coordenador da disciplina na Medicina da USP, Chao Lung Wen. Conexão discada também serve. E, destaca, mais importante do que tecnologia é gente. E educação.

{mosimage}Essa é, hoje, a principal bandeira da empresa. De olho em um competidor que futuramente pode vir a incomodar – a NET Serviços, que tem por trás o grupo mexicano Telmex -, a Telefônica trabalha para oferecer serviço de vídeo, via satélite, e está brigando para comprar licenças para oferecer banda larga, via WiMAX, em sua área de concessão. Fernando Xavier Ferreira, seu presidente, em entrevista ao Tele.Síntese, insiste na tese de que tem que ser garantido, a todos os players, acesso a todos os segmentos de mercado e todos os produtos.

Foto: Fred Chalhub

{mosimage}Para a NET Serviços, a concorrência é uma verdadeira obsessão. Francisco Valim, presidente da empresa, garante que há competição na área de TV paga. Mas ela inexiste no serviço telefônico fixo local. Ele afirma que, implantados o bill&keep e a portabilidade numérica na telefonia fixa, no dia seguinte, as concessionárias poderiam entrar no mercado de pay TV, sem problemas.

{mosimage}O mundo pode até ser convergente, mas nunca houve tantas divergências entre as empresas competidoras dos mercados digitais. No epicentro de uma dessas disputas estão as TVs por assinatura e as telcos. A executiva Leila Loria, presidente da TVA, não se esquiva da briga. “As empresas de telefonia querem assegurar o monopólio do mercado de voz dando serviços de TV para seus clientes. Aí não pode, é Davi contra Golias”, protesta ela, em entrevista ao Tele.Síntese.

{mosimage}
A empresa quer comprar licenças de 3,5 GHz para  ampliar sua infra-estrutura de transmissão, oferecer banda larga a seus clientes e levar a internet para dentro do celular.  Como operadora celular pura, esse é um dos caminhos para buscar a convergência de serviços.

{mosimage}Recentemente, a empresa se reestruturou, o que incluiu a divisão geográfica de mercados. Em benefício dos países emergentes, garante o presidente da subsidiária brasileira, Rafael Steinhauser, em entrevista ao Tele.Sintese. Nesse grupo, por menos que exista eficiência de gestão, diz o executivo, a tecnologia é utilizada como ferramenta de transformação.

{mosimage}

Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM Brasil, acredita que uma operação móvel pura pode ter futuro, sim, e desmente a crença segundo a qual é a tarifa de rede (VU-M) que sustenta uma celular. E para ser uma operadora de sucesso, a TIM investe fortemente na imagem e na mudança de cultura, para prestar um melhor serviço ao cliente.

Foto: Divulgação

{mosimage}Com o sinal verde do governo ao padrão japonês de TV digital, a coreana Samsung vai colocar suas equipes em campo para, no prazo máximo de um ano, oferecer aos consumidores brasileiros os primeiros displays para TV digital, que incluem TVs analógicas com setop boxes. A empresa aposta, também, na TV por celular, segundo informa o vice-presidente de novos negócios, Benjamin Sicsú. A companhia, diz o executivo em entrevista ao Tele.Síntese, pretende, ainda, se reposicionar no mercado local de infra-estrutura wireless com a tecnologia WiMAX.

Foto: Sérgio Almeida

{mosimage}
Produtos convergentes; o sucesso da operação móvel, que tem o melhor mix entre clientes pré e pós pagos do país; uma cruzada pela qualidade; marca única; um código de conduta para a empresa. Eis os diferenciais entre a empresa e a concorrência, segundo relata ao Tele.Síntese o presidente Ricardo Knoepfelmacher.

Foto: Divulgação

{mosimage}
A CTBC Telecom tem planos ambiciosos para os próximos cinco anos. Em sua área original, quer transformar-se em uma empresa de banda larga. Na  área de expansão, pretende continuar crescendo com a oferta de serviços ao mercado corporativo. E, para isso, afirma o seu presidente executivo, José Mauro Leal Costa, novas aquisições serão feitas.