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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

{mosimage}Diminuir o preço da TV por assinatura brasileira, ampliar o acesso à informação e estimular a produção de conteúdo audiovisual nacional são os principais objetivos do deputado Jorge Bittar (PT/RJ, ao elaborar o projeto de lei que cria o novo Serviço de Acesso Condicionado. 

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A Rede Nacional de Pesquisas, RNP, ao se aproximar da maioridade, desenvolve projetos que envolvem vários atores, além das instituições federais de ensino e pesquisa, como revela seu diretor geral Nelson Simões.

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O tema ainda está em avaliação, mas João Cox, presidente da Claro, diz que esse parece ser o caminho natural, já que, em sua opinião, os serviços de 3G vieram para ficar. No entanto, ele prefere não falar sobre o lançamento dos serviços 3G na faixa de 850 MHz.

{mosimage}A Caixa Econômica Federal vê na TV digital um importante veículo para a prestação de serviços sociais e bancários. Por isso, pretende estar presente na nova mídia desde a primeira transmissão, prometida para dezembro. Conforme a vice-presidente de Tecnologia, Clarice Coppetti, o ideal é que a interatividade esteja presente  já no primeiro conversor a ser fabricado. Mas, qualquer que seja a decisão do governo, o banco irá oferecer todos os serviços que puder pelos canais dessa nova TV.

{mosimage}O senador Wellington Salgado (PMDB/MG), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação  e Informática do Senado Federal entende que o país não precisa de uma lei convergente e que a preservação do conteúdo nacional deve ser assegurada pela origem do capital.

{mosimage}A Cisco criou uma área voltada exclusivamente para apoiar a inclusão digital nos mercados emergentes. No Brasil, a empresa tem participado dos projetos de cidades digitais e elaborado estudos para a disseminação da banda larga. Esss estudos, afirma seu presidene Pedro Ripper, podem servir de subsídio para a formulação de uma política pública coerente. 

{mosimage}O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, analisa, nesta entrevista, o que é necessário para expandir a rede de banda larga no Brasil. Diz que medidas deveriam ser adotadas pelo Estado para estimular o investimento privado. Fala ainda da concentração no mercado, da competição, de tendências mundiais.

{mosimage}Presidente das operações globais da AT&T Inc, uma empresa de US$ 120 bilhões, o brasileiro Paulino Barros explica que a fusão com a Bell South não muda o seu foco no mercado mundial: seu alvo são as empresas globais. E, para atendê-las, a empresa elegeu a plataforma IP.

{mosimage}Entusiasta do movimento de consolidação, André Mastrobuono, presidente da Telemig Celular, enquanto aguarda que os controladores selem a venda da operadora e de sua parceira – a Amazônia Celular -, vai tocando a construção da rede de terceira geração, com o objetivo de atacar a telefonia fixa.

{mosimage}Ronaldo Iabrudi, presidente da Telebrasil, conta, nesta entrevista, o que espera do 51º Painel, que será realizado pela entidade no final do mês, e explica porque o setor quer se engajar no esforço do governo para levar a internet às escolas públicas.