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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong

{mosimage}A subsidiária da NEC no Brasil começa o ano com um novo formato em sua estrutura; planos de crescimento, e um perfil cada vez mais focado em TI, com desenvolvimento de tecnologias convergentes e aplicações específicas para segmentos verticais do mercado, e em serviços de integração. Nesta entrevista, Yoichi Watanabe, vice-presidente da NEC Corporation, fala dos planos da NEC para os próximos anos.

{mosimage}A Itautec registrou faturamento de R$ 1,702 bilhão em 2007 e lucro líquido de R$ 101 milhões. Na composição das receitas, o setor de informática contribuiu com a maior fatia, 35%. Para manter o crescimento nesse segmento, a empresa investiu, no ano passado, R$ 31 milhões em sua nova fábrica, que aumentou em 67% a capacidade de produção de PCs. Em entrevista, o diretor da Itautec, Jorge Almeida, conta que o próximo passo da Itautec é entrar no varejo, um setor dominado hoje pela concorrente Positivo Informática.

{mosimage}A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) consolida, em maio, um documento que irá apontar os problemas que precisam ser superados para impulsionar a indústria nacional de tecnologia da informação (TIC). Segundo Gilberto Lima, coordenador da estratégia nacional em TIC da ABDI, um dos problemas mais sérios é a carência de mão-de-obra, de 40 mil profissionais, para a qual será criado um programa específico. 

{mosimage}Com os problemas naturais decorrentes de uma fusão já superados, a subsidiária brasileira da Alcatel-Lucent acredita que 2008 será um ano muito positivo. Seu presidente, Jonio Foigel, espera uma expansão de 15% a 20% na receita, em relação a 2007 – ano que também foi positivo para a empresa. “Conseguimos fazer mais do que Alcatel e Lucent somadas”, anuncia.

{mosimage}A sueca Ericsson prevê aumentar 10% o seu faturamento no mercado brasileiro em 2008, desempenho esperado com os novos investimentos nas redes de terceira geração da telefonia móvel. Para seu presidente, Johan Wibergh, a principal contribuição dessa nova tecnologia para o Brasil será a oferta de acesso banda larga à internet em diferentes pontos do território, suprindo, assim, a ainda carente infra-estrutura nacional. 

{mosimage}A Motorola investe para manter-se líder na fabricação de setopboxes, com mais de 60 milhões vendidos globalmente. Em agosto, conta Roberto Shigueo Suzuki, diretor de IPTV e Soluções de Telecomunicações para a América Latina, a empresa atingiu a marca de 2 milhões de conversores IP comercializados, o dobro de janeiro deste ano. Para 2008, a expectativa é duplicar novamente a venda desses aparelhos.

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Em entrevista ao Tele.Síntese, Luiz Ernesto Gemignani, presidente da Promon, fala das empresas do grupo, entre elas a Trópico, e sinaliza os próximos passos da organização, que deve fechar o ano com faturamento de R$ 600 milhões.

{mosimage}No próximo ano, o mercado brasileiro irá contar com produtos WiMAX de tecnologia CPqD. Em outra frente, afirma seu presidente, Hélio Graciosa, a fundação pretende ampliar sua internacionalização no segmento de software para telecom.

Foto: Samuel Iavelberg/Camera1

{mosimage}A trajetória do conselheiro José Leite Pereira Filho confunde-se com a da própria Anatel, autarquia que dirigiu desde o seu primeiro dia, por 10 anos, e da qual se despediu no dia 4 de novembro. Nesta entrevista, Leite, como sempre, não tem medo de explicitar suas opiniões. Ele quebra alguns tabus, como o de que as operadoras de TV a cabo brasileiras são controladas por capital nacional; ou de que a convergência tecnológica traria riscos para a concorrência. E não se furta da auto-crítica, como a de que a Anatel não consegue cumprir bem o papel de fiscalizar o direito dos usuários. 

{mosimage}A Bull vai trazer para o Brasil as suas soluções em rede inteligente, a NGN. Seu presidente, Alberto Araujo, afirma que essa tecnologia cria novos paradigmas e, se as operadoras brasileiras de telecomunicações não mudarem a sua maneira de agir, serão abandonadas pelos clientes, que vão partir para a construção de suas próprias redes.