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Entrevistas

A opinião de especialistas e profissionais de peso no mercado de telecomunicações, tecnologia e também em regulamentação. Em formato ping-pong


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Se não puder prestar o serviço diretamente, a Telefônica vai buscar parceiros que usem sua infra-estrutura e outros serviços, como billing. Até o final do ano, sua rede estará pronta para a oferta do novo serviço, garante o diretor geral da operadora, Stael Prata.

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Há tempos a empresa desenvolve software não exclusivo para PCs. A evolução dos terminais, a mobilidade, a diversificação dos serviços, empurraram a Microsoft para uma área que, até anteontem, era exclusiva das telecomunicações. A convergência e a internet acabam com exclusividades. No Brasil, a unidade de negócios de telecom é dirigida por Celso Winik, que relata ao Tele.Síntese a trajetória da empresa no setor.

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{mosimage}O subprocurador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público, Aurélio Rios, revela, nesta entrevista ao Tele.Síntese, que cabe à Anatel confrontar o valor da assinatura básica e das tarifas com os custos das empresas para verificar se não há desequilíbrio econômico contra os usuários. Na pauta de 2006 do MP, estão as operadoras móveis, a necessidade de incorporarem o Código de Defesa do Consumidor e a preocupação com os efeitos da radiação das antenas.

{mosimage} Essa é uma das alternativas na qual a Motorola vem investindo, segundo anuncia o presidente da subsidiária, Enrique Ussher, em entrevista ao Tele.Síntese. O uso da tecnologia Mesh, diz ele, pode baratear o custo de implantação de redes celulares. Com novas tecnologias como esta e a redução da carga tributária, Ussher acredita que é possível fazer avançar a taxa de penetração da telefonia celular no país.

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{mosimage} O Ministério da Defesa irá repassar para a Agência Espacial Brasileira (AEB) a coordenação do projeto do Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). A intenção é lançar três satélites nacionais até 2011. Conheça os planos da Defesa nesta entrevista do coronel Paulo Pietroluongo, secretário-executivo da Comissão de Implantação do Sistema Militar de Comunicação por Satélite do Ministério da Defesa, que fala também sobre as negociações com a Star One.

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A MAIS TV, operadora de TV por assinatura via MMDS controlada pelo grupo ITSA (Intercontinental Telecomunicações Ltda), se prepara para digitalizar seus serviços este ano. O ITSA quer ser um prestador multiserviços e ofertar internet banda larga com WiMax e VoIP. É o que revela Hermano Albuquerque, presidente do grupo, nesta entrevista ao Tele.Síntese.

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{mosimage}Depois de registrar um forte incremento no ano passado, a área de serviços da Ericsson mantém-se bem otimista para este ano de 2006. Entre as apostas, segundo Edmilson Toledo, vice-presidente de serviços da empresa, estão o aumento da oferta de conteúdos audiovisuais pelas redes fixas e móveis e a expansão da telefonia celular para as áreas rurais.

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{mosimage}A GVT é a única operadora espelho bem sucedida no Brasil. A empresa vem crescendo, em média, 30% ao ano, nos últimos dois anos. Em 2006, o crescimento continua, diz, em entrevista ao Tele.Síntese, seu presidente, Amos Genish. Hoje, a operadora presta serviços a 1 milhão de consumidores, informa o executivo.

{mosimage}A RFS Brasil é uma empresa de sucesso, garante seu principal executivo,  Luis Antonio Oliveira. Recentemente, a companhia experimentou uma verdadeira revolução, abandonando a venda de commodities e passando a comercializar soluções sem fio.

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{mosimage}Para isso, a empresa, que cresceu 20% em 2005, vai concentrar esforços na área de tecnologia de informação e no desenvolvimento de aplicações. E quer, ainda, se transformar em empresa regional, com atuação na América do Sul, como revela, nesta entrevista, seu diretor-geral Eduardo Cardoso.