Notícias da categroia

Blog Lia e Miriam

Um pouco da opinião de duas jornalistas experientes no mercado de tecnologia e telecomunicações e um tanto mais dos bastidores do setor e do governo.


O terreno nunca usado e que não está nem na lista de bens reversíveis quer ser vendido pela Sercomtel. Mas os conselheiros Otávio Rodrigues e Juarez Quadros votaram contra. Leonardo Euler de Morais é a favor. O processo está com Aníbal Diniz.

Antes de saber quanto custam, TCU e Anatel precisam definir quais são os bens reversíveis das concessões de telefonia.

Claro, Vivo, TIM e Oi até que poderiam querer comprar a Nextel. Mas as atuais regras da Anatel de ocupação de frequência impedem essa aquisição. Essas empresas teriam que devolver a frequência da Nextel de São Paulo, o que não faz sentido.

Dos cinco casos famosos em andamento, a maioria deve ter seu fechamento antes do final. Mês que vem devem ser assinados os contratos definitivos, com cláusulas vinculantes da venda da Sumicity, provedor do interior fluminense.

A lei de proteção de dados pessoais só começa a valer em 2020, mas o embate pela criação da agência reguladora acontece agora.

A Anatel quer vender as frequências de 2,3 GHz e de 3,5 GHz (300 MHz no total) no segundo semestre de 2019. Os testes de convivência são o primeiro passo para a preparação da modelagem do leilão

Ao se distanciar dos objetivos iniciais do lançamento do SGDC na exploração de sua banda civil e vender a operadoras privadas sua capacidade, a Telebras começou a sua via crucis. O ponto final do cipoal de erros é um contrato, sem transparência, com a empresa dos Estados Unidos Viasat, contestado na Justiça, e que precisa ser revisto.

A Telefônica possuía 8,89% do market share e a Oi, 8,55% em março deste ano. Em um ano, a operadora espanhola perdeu 4,47% do mercado e a brasileira ganhou 12,96%

Cresce a corrente dos que entendem que a autorregulação das empresas não consegue mais evitar vazamentos e uso indevido dos dados pessoais